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terça-feira, abril 10, 2018

Segunda Vez, Uma Distopia Lisboeta, de Rui Lacas e Gaspar Trevo











Rui Lacas tem o seu prestígio firmado, e por isso está-se sempre à espera de algo diferente vindo dele, ou sozinho, ou em equipa com parceiro do seu gabarito, quer seja escritor ou argumentista/guionista que, no fundo, acaba por ser a mesma coisa. 
E isso está agora a acontecer com Gaspar Trevo, pseudónimo de alguém que se encarrega da componente ficcional da obra comum em execução no espaço virtual desde 24 de Março de 2017, intitulada Segunda Vez-Uma Distopia Literária.
Esta novela ilustrada (*) e não estou a falar de novela gráfica, conceito diferente, teve os treze episódios que compõem a primeira temporada publicados entre 24 de Março e 16 de Julho de 2017 (ver pormenores no site do projecto )
Qual a justificação para publicar num blogue dedicado em exclusivo à BD, algo que tem a ver com texto literário e ilustrações? Apenas isto: essas ilustrações são da autoria de um consagrado autor de BD, e já antes usei este critério (veja-se http://divulgandobd.blogspot.pt/search/label/Ilustra%C3%A7%C3%A3o%20por%20autor%20de%20BD )

Leiamos então o que tem a dizer Gaspar Trevo acerca da obra:

É possível construir uma identidade real através de experiências falsas? Nas instalações da agência Bóreas, em Lisboa, o tutor Marcello Galvano recebe os seis impulsores escolhidos para testar um novo modelo do Rest, o mundo virtual. Recém-chegada à cidade, a tímida Elda tem dificuldades em encontrar o seu espaço no projecto e um lugar entre os colegas. Os dois lisboetas sempre podem contar um com o outro: mas o desportista Bartolomeu debate-se com os planos que a sociedade traçou para ele, e a rebelde Carola envolve-se numa luta pessoal e colectiva contra a Bóreas. Fernão, vindo do Sul, sente-se tentado a compensar um percurso de azares com expedientes ilegítimos no mundo virtual. E a portuense Brísida não vai parar até perceber tudo o que esconde o Rest.2, a não ser que a travem. Enfim, as motivações de Tiago, o impulsor substituto que não se dá com ninguém, permanecem um mistério.
EPISÓDIOS: 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12 - 13
INTEGRAL: PDF - EPUB - MOBI


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 (*) Antes de mais, esclareço por que motivo uso esta expressão desconhecida, "Novela Ilustrada", em vez da já consagrada "Novela Gráfica": sendo este último conceito atribuído a novelas compostas por imagens sequenciais tipo banda desenhada, a novela ilustrada é, como se sabe, um texto literário acompanhado por ilustrações. 
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Para ver postagens anteriores deste mesmo tema bastará clicar no item Webzines visível no rodapé 

quarta-feira, fevereiro 07, 2018

Nuno Saraiva - Autor de BD e Ilustração


Maio de 68, cinquenta anos depois, Nuno Saraiva, ilustrador e autor de BD de méritos reconhecidos em ambos os quadrantes, faz a análise da situação actual e da influência do Maio de 1968 nestas duas formas de arte. 
A sessão será moderada por Rui Lopo.

Local: O evento vai ter lugar na Biblioteca Fernando Piteira Santos/Bedeteca da Amadora.
Avenida Conde Castro Guimarães,6
Amadora  
Dia e hora: 8 de Fevereiro, 5ª feira, início às 18h30

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NUNO SARAIVA  

Síntese biográfica (versão mais completa)

 

 

Nuno Jorge de Avelar Teixeira Saraiva, Lisboa, 27 de Agosto de 1969.
Adquiriu formação académica na FBAUL-Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e no IADE-Instituto de Artes Visuais Design e Marketing.

É professor de Ilustração e BD no AR.CO - Centro de Arte e Comunicação Visual.
A sua vasta produção de banda desenhada está espalhada por fanzines (Banda, Comic Cala-Te, Hips!, Efeméride), revistas (Ego, Cosmopolitan) e jornais (O Fiel Inimigo, depois apenas Inimigo, neste sob o pseudónimo Ketch, Independente, Mundo Universitário).
Parte dessa produção está reunida em álbuns: Filosofia de Ponta, sob argumentos de Júlio Pinto, com três tomos editados; para o mesmo argumentista desenhou "Arnaldo o Pós-cataléptico" e "Guarda Abílio". A fazer duo com Paulo Patrício, este enquanto argumentista, desenhou a série "Escrita Fina", publicda no semanário Expresso entre 2004 e 2005.
A "solo" realizou "Os Dias de Bartolomeu", "Zé Inocêncio", "As Aventuras Extra Ordinárias de um Falo Barato".
Faz parte actualmente do colectivo TLS-The Lisbon Studio, onde tem colaborado no TLS Webmag.
É também importante a sua obra na ilustração, designadamente nos livros, de temáticas diversas, "A Crise Explicada às Crianças - Para Miúdos de Direita e Para Miúdos de Esquerda", sob texto de João Miguel Tavares, "Caríssimas 40 Canções - Sérgio Godinho", e "Isto É Um Assalto", com texto de Francisco Louçã e Mariana Mortágua.
Tem estado presente em diversas exposições de BD e Ilustração, individuais e colectivas.
Em 2006 criou imagens para dezasseis receitas de culinária, usando imagens de carácter erótico com os rostos de actores e actrizes do cinema internacional.

Ainda nesse mesmo ano, e continuando a sua criatividade abrangente, incluindo na componente política, desenhou em dezasseis pranchas a cores o episódio "Uma BD Presidencial - Regresso ao Passado?", para a candidatura a PR de Francisco Louçã. 
Em 2010 foi galardoado com o Prémio Stuart de Desenho de Imprensa, criado por El Corte Inglés e Casa da Imprensa, por uma ilustração sua para a capa do suplemento Ípsilon do jornal Público
Foi o representante de Portugal no 11º Festival Internacional de Banda Desenhada e Animação - Luanda Cartoon, em Agosto de 2014.
Iniciou em Novembro do mesmo ano a obra em BD "Tudo Isto é Fado", em publicação no semanário Sol - revista/suplemento Tabu - ao ritmo de quatro pranchas por semana, a cores, sendo ele também o argumentista/guionista, sob elementos que lhe foram fornecidos pelo Museu do Fado, responsável pela co-produção. A publicação no semanário terminou em Fevereiro de 2015.

Nesse mesmo ano as bandas desenhadas foram editadas em álbum (tiragem: 2500 exemplares!), numa produção conjunta de Sol/EGEAC - Museu do Fado, e postas à venda a 15 de Dezembro 

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Os visitantes interessados em visionar outros posts que tenham a participação de Nuno Saraiva poderão fazê-lo clicando no respectivo item visível em rodapé