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sexta-feira, maio 22, 2015

Ilustração por Autores de BD - João Sequeira


Para além da sua formação de arquitecto, João Sequeira produziu, durante vinte anos (entre 1994 e 2014), razoável quantidade de bandas desenhadas, o que, cumulativamente com o seu traço vigoroso, deu direito a incluir-se o seu nome no panorama da moderna BD portuguesa.

Repentinamente, porém, Sequeira resolve apresentar ao galerista Pepedelrey um portfólio recheado de ilustrações, dignas de preencher uma exposição.

E também vale a pena ler o texto em que João Sequeira justifica a criação do conjunto de ilustrações. Ei-lo:

"Estas coleções de desenhos serviram para me libertar de preconceitos, fugir do desenho figurativo.

Encontrar uma linguagem própria.

São exercicios de introspeção.
foram feitos apenas pelo gozo de riscar, manchar, exprimir emoções.

Combater o medo da cor.

Foram feitos sem nenhum objectivo concreto ou mensagem pré-definida....

Cada um vê o que vê e tira as suas ilações. Cada um sente o que sente quando olha para eles.
Serão arte? Ou apenas exercicios de meditações?
Não me apetece pensar!

Foram feitos de forma compulsiva, às vezes dez numa noite, às vezes dias sem desenhar.

Os desenhos a preto e branco começaram por representar um caminho numa sequência lógica, mas... acabei por me perder no emaranhado de linhas e manchas deixando-me levar pelo gesto.


Os desenhos a cores começaram por representar situações concretas, memórias, acontecimentos. Outros foram feitos enquanto via o noticiário ou um filme ou ao telefone."
 

 
A exposição inaugura-se, amanhã, Sábado, 23 de Maio, pelas 18h00, e estará montada até 5 de Junho de 2015 na


El Pep Store & Gallery
Lx Factory
Rua Rodigues Sampaio, 103
1300-501 Lisboa


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JOÃO SEQUEIRA (JAS)

Síntese biobibliográfica (4ª versão)


João Augusto Simão Ramalho Lopes Sequeira, que, ao assinar as suas bandas desenhadas encurta o comprido nome para João Sequeira, ou até mesmo só para JAS, nasceu em Portalegre, a 17 de Setembro de 1971.

Exerce a profissão de arquitecto, e também gosta de fazer banda desenhada. A sua primeira foi em 1994, ocupou seis pranchas formato A3, os desenhos eram a tinta-da-china, e teve por título Big Joe and the phantom 309, igual ao da letra da canção escrita por Tommy Faile para a voz de Tom Waits.


Participa em seguida nos II Encontros de Ficção Científica e Fantástico, em Oeiras, com a bd The Black Rider. Em 1999 edita o fanzine Apalpalhão, em parceria com Miguel Mocho e João Portalete. No ano 2000 faz a bd Western a Cores, sob argumento de Miguel Mocho, para o concurso do 10º Salão BD de Moura.

Em 2005, de novo a trabalhar com o argumentista Miguel Mocho, realiza a bd Metamorfina (32 pranchas com uma imagem a p/b em cada) editada em álbum pela Bedeteca de Lisboa na colecção Lx Comics. Em 2008, no nº1 (2ª série) do importante fanzine Gambuzine, de Teresa Câmara Pestana, é-lhe publicada a bd O homem que passeava um papagaio atrelado a um rádio portátil. No mesmo ano é impressa a sua bd Tudo o que é sólido dissolve-se no ar na revista Alçapão editada pela Ordem dos Arquitectos - Delegação de Portalegre.


Com data de 3 de Agosto de 2010, no fanzine Tertúlia BDzine (nº 153) foi-lhe publicada a bd em quatro pranchas, Havia um homem zangado com tudo. No nº 179 desse mesmo fanzine, datado de 10 de Outubro de 2013, surgiu The Road, uma curta com argumento de Miguel Costa Ferreira. 


As mais recentes obras com desenhos de Sequeira tiveram de novo edição em álbum, apresentam-se sob os títulos de Psicose (Abril 2013) e F(ricções (Março 2014), tendo sido realizadas em colaboração com os argumentistas Miguel Costa Ferreira e Nuno Duarte, respectivamente. Ainda neste ano, sob argumento de Miguel Costa Ferreira, é publicada a banda desenhada "Café", em quatro pranchas, no Tertúlia BDzine (nº181, de Out. 2014), com a particularidade de ser colorida com café.

João Sequeira vive em Alpalhão e trabalha em Nisa.
                                                                                                               Geraldes Lino
 
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Os visitantes interessados em ver as anteriores postagens deste tema - em que há ilustrações de Victor Mesquita, Nuno Saraiva e Luís Diferr - poderão ter acesso a elas clicando no item Ilustração por autor de BD visível em rodapé

domingo, maio 10, 2015

Ilustração por Autores de BD - Figuras Clássicas do Terror



O tema terror é pouco explorado pelos autores portugueses de BD, precisamente por isso uma exposição com pranchas de ilustração por alguns desses autores tem algo de surpreendente. E se as imagens expostas demonstrarem indubitável qualidade e eficácia nos efeitos gráficos, como é o caso, dará vontade de pensar por que motivo não tem havido produção de bandas desenhadas nesse quadrante.

Não é com certeza à falta de criativos gráficos, autores de BD com imaginação e capacidade para o género. De resto são numerosos os que estão representados nesta mostra patente na EL Pep Store & Gallery (*):

Ana Afonso, Afonso Ferreira, Ana Oliveira, Catarina França, Cláudia Guerreiro, Jerónimo Rocha, Jorge Coelho (o autor da segunda imagem que ilustra o topo da postagem), Leonor Pacheco,

Luís Figueiredo, Nuno Duarte aka Outro Nuno (o autor da primeira imagem que ilustra o topo da postagem) , Pedro Brito, Pepedelrey, (o autor da imagem aqui por cima) Ricardo Cabral, Ricardo Venâncio, Rita Silvestre, Rui Lacas, Quico Nogueira.

(*) Trata-se de reposição de uma expo realizada originalmente no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha, de que dei notícia em 
http://divulgandobd.blogspot.pt/2015/03/ilustracao-por-autor-de-bd.html
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A exposição, que estará montada até 22 de Maio de 2015, inaugurou-se ontem, Sábado, 9 de Maio, pelas 18h00, na

El Pep Store & Gallery
Lx Factory
Rua Rodigues Sampaio, 103
1300-501 Lisboa
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Os visitantes deste blogue que quiserem ver postagens anteriores dedicadas ao tema Ilustração por Autor de BD, poderão fazê-lo clicando nesse item visível em rodapé

sexta-feira, março 13, 2015

Ilustração por Autor de BD


Tem estado a decorrer em Linda-a-Velha,(Concelho de Oeiras) no Palácio dos Aciprestes, sempre às sextas-feiras, com início às 21h00, um evento intitulado Sustos às Sextas

A iniciativa, inaugurada a 16 de Janeiro (6ª feira, claro) é do tipo "mix", ou seja, abrange várias componentes, como se depreende por alguns dos assuntos e títulos constantes das sessões anteriores:

Excertos de músicas de filmes de terror ("Phantom of the Opera"), uma exposição de fotografia ("Da Pedra aos Ossos"), palestras ("O Terror Sobrenatural e a Literatura Popular em Portugal" e "O Cinema de Terror em Portugal"), e até uma sessão de leitura de um conto de terror, "O Moinho do Diabo".

Até aqui não se topa nada que justifique a divulgação neste blogue afincadamente dedicado à divulgação de coisas que tenham a ver com BD. 

Mas amanhã, 13 de Março (sempre a insistência nas sexta-feiras aziagas), consta finalmente algo que se liga, mesmo que transversalmente, à banda desenhada: uma exposição de ilustração titulada Figuras Clássicas do Terror, em que estarão expostas obras de vários autores de BD. Eis os seus nomes:

Jorge Coelho, Pepedelrey, Pedro Brito, Rui Lacas, Nuno Duarte ("Outro Nuno"), Ricardo Cabral, Ricardo Venâncio, Ana Oliveira, Quico Nogueira, Afonso Ferreira.

Da exposição constam mais autores/ilustradores, mas que, julgo, não são autores de BD (pelo menos eu não os conheço nesta área), daí que os separe, sem intuitos depreciativos:

Ana Afonso, Luís Figueiredo, Leonor Pacheco, Catarina França, Jerónimo Rocha, Rita Silvestre, Cláudia Guerreiro.

O evento continuará a efectuar-se no mesmo local, sempre às 6ªs Feiras e com início às 21h00, nos dias 17 de Abril e 15 de Maio.

Nota: o autor do excelente cartaz é Bruno Caetano, que é também o comissário da exposição.
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quarta-feira, setembro 28, 2011

Ilustração por autor de BD (III) - Victor Mesquita



Os dois tomos da importante obra de BD, Eternus 9 ("Um Filho do Cosmos" e "A Cidade dos Espelhos"), fizeram de Victor Mesquita um autor de grande prestígio na banda desenhada portuguesa.

Todavia, como a BD em Portugal é uma arte maldita, escassamente editada e mal remunerada, Mesquita, para conseguir sobreviver unicamente à base do desenho, numa atitude meritória e corajosa, decidiu fazer umas tantas ilustrações dedicadas a Super-Heróis, para enviar à Marvel. Anda a fazer pela vida, que na área das artes em geral, nunca é fácil.

E enquanto aguarda resposta - negativa ou positiva, mas hão-de dizer alguma coisa -, o meu amigo Victor Mesquita decidiu pôr ilustrações dessas à minha disposição, para eu as divulgar neste blogue.
É o que estou exactamente a fazer, e aqui ficam para apreciação dos visitantes...

E para ver as imagens ampliadas, sabem o que têm de fazer: clicar-lhes em cima, e tornar a clicar com o cursor já em forma de lente.

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VICTOR MESQUITA

Biobibliografia

Victor Manuel da Silva Mesquita nasceu em Lisboa, a 18 de Abril de 1939. Como habilitações literárias possui frequência do Curso Industrial.

Victor Mesquita estreou-se na BD em 1957, com Nos Caminhos do Passado, uma banda desenhada cujo argumento tinha sido escrito por José de Oliveira Cosme, e que foi publicada na prestigiada e popular revista Mundo de Aventuras.

Foi depois para Moçambique, viveu também na África do Sul, mas voltou a Lisboa e à BD, e em 1973 estava a colaborar na revista Jacto, com a adaptação à figuração narrativa da vida de uma personagem histórica, dando-lhe o título de Viriato.

Ainda nesse mesmo ano, na revista Cinéfilo, aparece a bd Navegadores do Infinito, que voltaria a ser reproduzida nas revistas Mosquito (V série) e Selecções BD (1ª série, nº 12) e num álbum.

Em 1 de Abril de 1975 surge a revista Visão, onde, apenas nos primeiros cinco números (sairia em seguida), desenvolveria intensa actividade: seria director, colaboraria como argumentista com os desenhadores André e Zé Paulo, e como autor completo (desenhador e argumentista) iniciaria a sua obra de referência Eternus 9, mas faria também Matei-o a 24, ambas as obras inacabadas na revista, vindo a terminar mais tarde a primeira, de forma a poder ser publicada em álbum em 1979. Nesse mesmo ano colaboraria na revista infantil Fungagá da Bicharada, com a bd Um por todos...todos perus, sob argumento de Júlio Isidro.

Editado em 1984, fora dos circuitos habituais, sob o apoio de um banco português, Oito Séculos de História de Portugal foi um livro bilingue (português e francês), uma raridade editorial em que colaboraram vários autores, franceses e portugueses, Victor Mesquita entre eles.

Onze anos depois, em 1995, voltaria a ser publicado, pelo álbum Trilogia com Tejo ao fundo, composto por três episódios: Navegadores do Infinito (repetição, agora a cores), A Ilha da Bruma, outra repetição, visto que tinha sido editado antes na revista-suplemento do semanário Expresso, tal como acontecera ao terceiro episódio do álbum, O Homem que não se chamava Hemingway.

Em 1996 o seu nome surge de novo, dessa vez incluído num álbum colectivo intitulado Síndrome de Babel e Outras Estórias, sendo dele a bd que deu título ao álbum. Posteriormente, em edição de autor, foi publicado em livro o conto Síndroma de Babel, que tinha servido de base à banda desenhada homónima

Em Outubro de 2008 é publicada uma nova edição de Eternus 9. Um Filho do Cosmos, por uma editora que se preparou de imediato para lançar a sequela Eternus 9. A Cidade dos Espelhos, novidade editorial que aconteceu em Outubro de 2010.

A propósito destes dois andamentos de Eternus 9, Victor Mesquita fez uma palestra na Tertúlia BD de Lisboa no dia 1 de Março de 2011.
No mesmo encontro participou no "Comic Jam" intitulado "No dia em que...", criando a vinheta inicial desse "cadáver esquisito" que se realiza mensalmente na TBDL.

No que se refere a participação em exposições, pranchas originais ou reproduções fotográficas de obras suas estiveram patentes em várias, uma das quais em França, em 1998, no Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, e outra na mostra colectiva "Tinta nos Nervos", no Museu da Colecção Berardo/Centro Cultural de Belém, entre Janeiro e Março de 2011.

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segunda-feira, agosto 29, 2011

Ilustração por autor de BD (II) - Nuno Saraiva





O artista Nuno Saraiva, essencialmente autor de BD, está cada vez mais em foco, devido à sua intensa e bem visível actividade. Isto porque, para além da banda desenhada em duas pranchas que faz semanalmente para a revista/suplemento "Tabu" (semanário Sol) assina com frequência ilustrações para outros sítios.



É o caso, por exemplo, do jornal Público, para cujo suplemento "Ípsilon" realizou um estupendo conjunto de ilustrações dedicadas à rentrée (a influência francófona ainda não foi totalmente submersa pela anglófona) e que constituem forte motivo de interesse para os apreciadores de BD na generalidade, e para tintinófilos, na especialidade.



"As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne", filme tão longamente anunciado, de Steven Spielberg, eis o dito motivo de interesse. E é Tintin, lui même, que surge em grande plano, tanto na capa do "Ípsilon" como na ilustração de página dupla no interior daquela publicação.


Os méritos das duas ilustrações são inquestionáveis, demonstrando, ainda outra vez, uma já antiga afirmação minha, que tenho comprovado ao longo de muitos anos: qualquer autor de BD faz facilmente uma ilustração, em contrapartida raros são os especializados apenas em Ilustração que são capazes de fazer com facilidade uma banda desenhada (pode ser discutível, mas não posso deixar de dizer o que penso e tenho observado, é portanto a minha opinião muito pessoal, visto que nunca a vi ser defendida por mais ninguém).

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Para ver a postagem anterior deste mesmo tema bastará clicar no item Ilustração por autor de BD inserido no rodapé

quarta-feira, setembro 29, 2010

Ilustração por autor de BD (I) - Luís Diferr












 
Luís Diferr tornou-se conhecido como autor de Banda Desenhada, mas a sua recente obra intitulada Portugal insere-se na categoria de Ilustração, sendo, de facto, uma notável galeria de ilustrações, onde se podem admirar belíssimas reconstituições do passado de Lisboa (a grande maioria), mas também do Porto, de Tomar, de Mafra, e edifícios diversos de interesse arquitectónico, como são os casos do Palácio do Marquês de Fronteira e da Casa (Palácio) de Mateus (*).
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Luís Diferr


Síntese biobibliográfica  
Diferr - uma espécie de pseudónimo formado pelos seus apelidos Dias Ferreira - é actualmente professor. As obras de BD O Homem de Neandertal (1991) e Os Deuses de Altair (1998), de que talvez venha a haver uma segunda parte, são de sua total autoria (argumento, desenho, cor e legendagem). 
Ainda como autor total colaborou com uma bd curta, a preto e branco, no fanzine Eros, na década de 1980.
Mas também já participou apenas como argumentista, na obra Dakar o Dinossauro - no episódio "O Lago Iluminado" (Vol. I-1997, Vol. II-1998), em equipa com José Abrantes, que se encarregou da componente desenhada sequencialmente.

Como se percebe, Diferr é ecléctico, dominando com mestria o desenho e a escrita. Por isso mesmo, os textos bem documentados e literariamente correctos da obra Portugal (Le Portugal, na edição francesa), são igualmente de sua autoria, embora sob supervisão de Jacques Martin, que idealizou esta obra lançada sob o título genérico Les Voyages de Loïs, cujo primeiro volume foi Versailles, realizado por J. Presti e O. Pâques.

Nascido em Angola (Lobito) em 1956, Luís Dias Ferreira veio para Lisboa quando ainda só tinha um ano. Foi com os pais viver para o Brasil após o 25 de Abril, tendo-se formado em Arquitectura na Universidade de São Paulo, tendo regressado a Portugal em 1985.

Luís Diferr foi o Autor Homenageado do Amadora BD - 1998. Mas muito antes, em Julho de 1986, tinha sido o Convidado Especial da Tertúlia BD de Lisboa.
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(*) Imagens de cima para baixo (ao clicar em cima da imagem, pela 1ª vez, amplia razoavelmente, mas ao passar com o cursor por cima dessa ampliação, quando aparece a lente, ao clicar de novo aumenta ainda mais. Talvez haja quem não conheça este pormenor (digo eu...) Bem, esta 2ª acção não funciona nas duas primeiras imagens de cima, não sei porquê (alguma coisa que fiz mal :-(


1 - Torre de Belém
2 - Sé Catedral de Lisboa
3 - Rossio e vários edifícios existentes antes do terramoto e maremoto de 1755
4 - Rua Nova dos Mercadores, em Lisboa, no início do Séc. XVI
5 - Mosteiro dos Jerónimos
6 - Vista Aérea (um fantástico picado) do Castelo de Tomar e do Convento de Cristo
7 - Tomar (Janela do Capítulo do Convento de Cristo)
8 - Biblioteca do Convento de Mafra (pormenor)
9 - Casa de Mateus
10 - Panorama da cidade do Porto
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Esta obra foi inicialmente publicada pela Editora Casterman, num álbum com o formato 31x23cm;
A edição da ASA é num formato ligeiramente mais pequeno: 29,5x22cm