

Não perco uma ocasião para me deixar deslumbrar pela imagem de qualquer castelo, isto sem ser sócio da Associação Portuguesa Amigos dos Castelos. Ainda na semana passada conheci mais um, o de Melgaço, gostei de ver aquele resto de muralha arredondada, de subir à sua Torre de menagem, sentir-me um pouco em viagem no tempo. Claro que esse gosto profundo tem algumas raízes precisamente em bandas desenhadas - os castelos medievais, desenhados por mestre Harold Foster na saga do Príncipe Valente, tiveram contribuição importante. Ao dar uma volta ao acaso por peças da minha colecção, folheei a obra de muito boa qualidade intitulada
Passeio ao Fim do Mundo, desenhada por
Vicomte, sob argumento de
Makyo. Há bastante tempo que não mexia neste tema (de hoje a oito dias fará precisamente um ano, constatei agora ao ver o "post" anterior). Mas, ao reler (na diagonal, confesso) os dois primeiros tomos, encontrei no segundo, "O Grande País", o bem imaginado (e excelentemente desenhado, num bem conseguido contrapicado) castelo que
Arthis, personagem fulcral da obra, encontra, ao conseguir escapar-se da estranha prisão.
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