domingo, julho 12, 2015

Mesa redonda - Portugal 2055 e Alterações Climáticas em BD


Alterações climáticas tratadas em BD é do que trata a obra recentemente editada no corrente ano de 2015 sob o título  "Portugal 2055".

Claro que um tema tão grave e actual, para além da sua análise em banda desenhada, merece ser esmiuçado e complementado com uma discussão aprofundada ao vivo, sem perder de vista os pontos tratados no livro de BD.

Interessa saber quem foram os autores que se envolveram na iniciativa: Bruno Pinto, o autor de todos os argumentos transformados em imagens sequenciais pelos seguintes grafistas: Fil (Luís Filipe Lopes) e Raquel Rodrigues, Rui Alex, Carla Rodrigues, Xico Santos, Susa Monteiro, Miguel Santos e Sofia Pereira, Penim Loureiro, César Évora, Filipe Duarte Gonçalves, Nuno Rodrigues.

Quanto à mesa redonda sobre tão candente tema promete ser bem animada, com a participação de:
- Bruno Pinto (Autor do argumento/Museu Nacional de História Natural e da Ciência);
- Filipe Lopes (Ilustrador/Museu Nacional de História Natural e da Ciência);
- Penim Loureiro (Ilustrador)

Estarão também presentes:
- Pedro Araújo e Tetyana Chkyrya (Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa), ilustradores científicos;
- Cheila Almeida, investigadora.

O evento está marcado para o próximo dia 14 de Julho, 3ª Feira, pelas 19h00, no Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa (Campo Grande, 382).
 
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Os interessados em ler textos anteriores da rubrica Mesas Redondas podem fazê-lo clicando nesse item visível em rodapé.

sexta-feira, julho 10, 2015

Exposições BD Avulsas - Exposição Ai-Ai nº 1






No editorial do Nº0 da revista independente (ou talvez prozine) Ai-Ai, entre outras palavras podiam ler-se as seguintes:

"(...) Ai-Ai pretende hoje encontrar um lugar em qualquer gruta, passagem, túnel ou galeria subterrânea, no labiríntico esquema editorial português. Para materializar alguma da oferta nacional da 9ª Arte, indo ao encontro de uma procura que acreditamos exigente e expectante em relação à produção conterrânea, Ai-Ai espera não contrair vícios redutores que ponham em causa a saúde da sua não-causa. Para tal, vai trabalhar para Adquirir Imuno-Eficiência Editorial, (A.I.E.E.)
Imunidade: 
- a críticas não construtivas e mal nutridas;
- a todo o tipo de coacção ao seu conselho editorial;
- às vicissitudes de produção.
- Eficiência na divulgação, promoção, dinamização e manutenção da banda desenhada em Portugal. (...)".

Foi isto escrito em 1995 (o ano da edição da revista apenas se descobre sob a assinatura de uma bd de Jorge Mateus), estão, pois, decorridos vinte anos.

E após este longo período de silêncio, eis que surge esta semana a inesperada notícia: Vai ser lançado o Nº1 de Ai-Ai no próximo Sábado, dia 11 de Julho, porque, dizem os seus editores/colaboradores, foi esta a data do lançamento em 1995 do Nº0.

Tomo a liberdade de reproduzir dois excertos do texto divulgado para a imprensa e blogosfera:

"A 11 de Julho de 1995 saía o número zero do Ai Ai. Uma revista alternativa de banda desenhada, feita por jovens autores então desconhecidos e que hoje compõem a mais internacional geração da ilustração portuguesa. No próximo sábado, precisamente vinte anos depois, publica-se o número um. «Somos a única revista bidecadal do mundo», diz André Carrilho, diretor da nova edição. "

"(...) Não foi preciso periodicidade para os jornais da época perceberem que algo de extraordinariamente novo tinha aparecido. O Expresso chamou-lhe «a voz da banda desenhada portuguesa» ainda em 1995. O Público disse que era «a mais audaciosa iniciativa editorial dos últimos anos». O Diário de Notícias tratou de organizar uma parceria, através do suplemento DN Jovem, para captar e difundir novos talentos da nona arte. Mas era com o falecido O Independente – onde o diretor de Arte, Jorge Silva, estava a fazer uma aposta forte na ilustração, que depois transportaria para o Público – que o Ai Ai seria encartado. (...)"

Os entusiastas da BD também apreciaram a novidade, e ficaram à espera da continuidade da publicação, que trazia umas tantas bandas desenhadas da autoria de alguns autores que, à época, já tinham ganho suficiente prestígio entre os especialistas: Ketch (Nuno Saraiva), João Fonte Santa, Pedro Burgos, Luís Lázaro, André Carrilho, Fernando Martins, Filipe Abranches, além de textos escritos por Rui Zink e JPSimões.
Mas, como diz o povo, podiam esperar sentados, Ai-Ai ficou-se por aquele número zero. Até que...

"(...) Passaram 20 anos e no próximo sábado, novamente o dia 11 de Julho, o Ai Ai volta a respirar. Um encontro entre Rui Lourenço, Luís Lázaro e André Carrilho foi o ponto de partida. «Pensámos fazer uma exposição com o trabalho destes autores todos para celebrarmos a efeméride», conta Rui. «Mas depois as coisas começaram a crescer.» Lourenço, que no final do ano passado tinha aberto a galeria PasseVite no bairro lisboeta dos Anjos, tinha o espaço certo para matar saudades daqueles desenhos. E então Carrilho lançou um repto: «E se juntássemos esta malta toda para lançar o número um?» (...)"

Por conseguinte, repetindo o que já ficou dito no início, amanhã, Sábado, dia 11 de Julho de 2015, vai com certeza haver enchente na tal galeria PasseVite, para ver a exposição com as pranchas das bandas desenhadas que preencherão este bem-vindo Número Um de Ai-Ai

E então quando teremos o Número Dois? André Carrilho, director deste nº1, esclarece: "Em 2035 cá estaremos outra vez". 

A exposição Ai Ai – Número Um estará patente ao público na Galeria PasseVite (Rua Maria da Fonte, 54-A), em Lisboa, de 11 a 30 de Julho.

A inauguração no dia 11 vai durar das 19h às 22h, porque a partir das 20h serão projectados os filmes de animação "Jantar em Lisboa", de André Carrilho, e "Pássaros", de Filipe Abranches (adaptação para cinema da bd publicada no nº0 de Ai-Ai). 

Correcção a posteriori: Não foram projectados os filmes, o que acontecerá em data a anunciar.     
  
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Os visitantes interessados em ver notícias sobre exposições anteriores poderão fazê-lo clicando no item "Exposições BD Avulsas"

quarta-feira, julho 08, 2015

Improvisos na Toalha de Mesa


Podem alguns visitantes deste blogue achar estranho que, desta vez, apenas apareçam três desenhos improvisados na toalha de mesa (da autoria de André Pereira, Dileydi Florez e Pedro Correia, de cima para baixo). 

Tenho duas razões. A primeira é a seguinte: já possuo uma colecção bem volumosa deste tipo de ilustrações traçadas por autores de banda desenhada, presentes na Tertúlia BD de Lisboa, em especial, mas também no Festival BD de Beja.
E decidi, de agora em diante, em qualquer desses dois locais, apenas aproveitar desenhos de autores dos quais ainda não tenha nenhum.

A segunda razão tem a ver com o facto de eu ter transmitido, não intencionalmente, o vírus a vários amigos bedéfilos, um dos quais, João Vidigal,  assíduo participante na citada tertúlia, já se tornou um compulsivo coleccionador destes improvisos. 
 
Aliás, a propósito deste tipo de coleccionismo escrevi um artigo, publicado no Splaft! Caderno da Bedeteca de Beja (nº11, Maio de 2015), que reproduzo em seguida.

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Improvisos na Toalha de Mesa
Geraldes Lino
Militante da BD e dos Fanzines

Desenhar numa toalha de mesa o que lhes vem à cabeça é uma incontrolável pulsão que domina a maioria dos ilustradores/autores de BD enquanto esperam pela refeição ou mesmo depois de a terminarem.
Há bastantes anos que venho aproveitando os resultados gráficos dessas pulsões, em grande parte nos encontros mensais da Tertúlia BD de Lisboa, mas também no Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, cujas características espaciais facilitam uma fácil relação convivial com autores de BD portugueses e estrangeiros, que se prolonga nos repastos.
Tanto num como noutro evento, a recolha dos desenhos improvisados nunca obedeceu a rigoroso critério selectivo. Duma maneira geral, este colector rasga todos os pedaços de toalha de papel que ficaram rabiscados. 
A presente exposição (*) é sintomática dessa abrangência, onde tanto se incluem desenhos algo rebuscados, até coloridos, como aqueles essencialmente espontâneos, por vezes traçados entre nódoas de gordura, vinho ou café.
Obviamente que na minha colecção, a maioria dos rabiscos é da autoria de ilustradores/autores de BD portugueses. Mas nela coexistem uns tantos de autores estrangeiros que, em alguns casos, se mostram surpreendidos com tão inusitado coleccionismo. Talvez até pensem que eles vão formar um acervo escondido ciosamente, o que não tem sido o caso.
Com efeito, entre 2000 e 2002 editei três números de um fanzine em modo de slimzine, formato A7, com o qual iniciei o título "Improvisos na Toalha de Mesa", preenchido com os desenhos mais pequenos e até com bandas desenhadas curtas realizadas em dimensões reduzidas.
Posteriormente, querendo dar aos novos improvisos alguma visibilidade pública, e assim compensar os seus autores, decidi afixá-los regularmente no meu blogue Divulgando Banda Desenhada (http://divulgandobd.blogspot.pt) numa rubrica homónima, em postagem inicial datada de 6 de Outubro de 2010.
E por fim - last but not the least - ocorreu-me sugerir a Paulo Monteiro, enquanto director do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, a hipótese de organizar na edição de 2015 daquele evento uma exposição, também sob o mesmo título, com parte desses improvisos, ideia que ele aceitou de imediato.
Numa descomprometida triagem, foram aproveitados desenhos da autoria de (por ordem alfabética) Ana Oliveira, André Caetano, André Oliveira, Andreia Rechena, Berberian, Bruno Ma, Bruno Silva, Carlos Faria, Carnot Júnior, Casimiro, Daniel Maia, David Rubin, Diogo Carvalho, Filipe Duarte, Fritz, Hugo Teixeira, Joana Afonso, Joana Morgado, João Ataíde, João Mascarenhas, João Sequeira, João Tércio, Jorge Coelho, Jorge Machado-Dias, José Maria Pimentel, José Smith Vargas, Klévisson Viana, Laerte, Laudo Ferreira, Lindomar, Marta Patalão, Miguel Falcato, Miguel Gabriel, Miguel Santos, Outro Nuno, Pedro Alves, Pedro Brito, Pedro Cruz, Pedro Manaças, Pedro Morais, Pedro Potier, Pedro Ribeiro Ferreira, Pepedelrey, Relvas, Ricardo Saúde, Ricardo Venâncio, Rossi, Rui Batalha, Rui Gamito, Sara Patalão, Shuang, Tché Gourgel, Tiago Ribeiro, Tommi Musturi, Véte e Victor Jesus.
Assim, por três distintas formas, as despretensiosas imagens esboçadas num frágil e improvável suporte, destinadas fatalmente a irem quase todas para o cesto dos papeis de vários restaurantes, em Lisboa e Beja, acabaram por ter três vezes imprevista repercussão pública.


(*) A citada exposição fez parte do XI Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, realizado entre 29 de Maio e 14 de Junho de 2015.
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Para o caso de alguém querer ver outras ilustrações improvisadas reproduzidas nas postagens anteriores, poderá fazê-lo clicando sobre o item Improvisos na Toalha de Mesa visível no rodapé  

segunda-feira, julho 06, 2015

Tertúlia BD de Lisboa - 373º Encontro - Julho 2015





Faz parte do roteiro mensal de dezenas de entusiastas da banda desenhada a ida à Tertúlia BD de Lisboa.

Sempre na primeira 3ª feira de cada mês, isto há trinta anos!, realiza-se este encontro de gente da BD - desenhadores, argumentistas/guionistas, editores, investigadores, críticos, bloguistas, divulgadores, fanzinistas, livreiros/alfarrabistas, coleccionadores.

A partir das 20h00, com fecho às 23h00, a TBDL estará mais uma vez na Casa do Alentejo, com entrada livre para os bedéfilos de todos os quadrantes do país, que terão ocasião de ficar a conhecer melhor o Convidado Especial da TBDL, André Pereira (de que se pode apreciar o estilo na prancha que ilustra o topo do post.
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ANDRÉ PEREIRA aka "Robot Independente"

Síntese biográfica


Luís André Torres Pereira

Nasceu a 8 de Março de 1987, em Coimbra, mas viveu até aos 18 anos na Figueira da Foz. Actualmente reside em Lisboa. 

É arquitecto por formação, trabalha como ilustrador e autor de BD.

Inaugurou-se no circuito de BD independente com o fanzine Enjoo de Invocação.


É membro fundador da editora de zines Clube do Inferno.


Trabalha frequentemente com as editoras Kingpin Books e Chili Com Carne.


Foi um dos seleccionados para a antologia š! #20, da KUŠ, onde foram publicados exclusivamente autores portugueses.


Vencedor do prémio “Melhor Álbum de BD Português numa Língua Estrangeira” no Festival AmadoraBD de 2014 com o livro Safe Place.


Alguns títulos em que participou:

QCDI #3000 (Chili Com Carne & Clube do Inferno; 2015)

Freak Scene #2 (Clube do Inferno; 2015)

š! #20 (KUŠ, 2015)

Safe Place (Kingpin Books, 2014)

Freak Scene #1 (Clube do Inferno, 2014)

Fanzine Efeméride #6 (Parte 1 de 4) - Out. 2013 


QCDA #1000 (Chili Com Carne, 2013)

Super Pig: O Impaciente Inglês (Kingpin Books, 2013)

9:2:5 (Clube do Inferno, 2013)

Inner Math/Megafauna (Clube do Inferno, 2012)

Enjoo de Invocação (Clube do Inferno, 2012)
 

Em breve:

Ground Zero #1

Funnie Animals #1


É o Convidado Especial da Tertúlia BD de Lisboa em Julho de 2015. 

A imagem que ilustra a síntese biográfica é a auto-caricatura de André Pereira.


Contactos:

Facebook: facebook.com/RobotIndependente
Tumblr: robot-independente.tumblr.com
Instagram: instagram.com/indie_mecha

Portfolio: cargocollective.com/robot-independente



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Lista de participantes fornecida por Álvaro - elemento do quarteto [fantástico] que desde Julho de 2013 dirige a TBDL - aqui acrescentada "a posteriori" 

1. Álvaro
2. Ana Saúde
3. André Pereira
4. António Isidro
5. Carlos Gonçalves
6. Célsia Alves
7. Dileydi Florez
8. Dolores Abreu
9. Falcato
10. Filipe Duarte
11. Gabriel Martins
12. Geraldes Lino
13. Helder Jotta
14. Hugo Tiago
15. Inês Ramos
16.João Paulo Sá-Chaves
17. Moreno
18. Nuno Lages
19. Paulo Costa
20. Pedro Correia
21. Pedro Sobral
22. Pedro Vieira
23. Policarpo
24. Rui Domingues
25. Sérgio Santos
26. Simões dos Santos
27. Victor Jesus
28. Vidigal
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Os visitantes interessados em ver as anteriores postagens deste tema poderão fazê-lo clicando no item Tertúlia BD de Lisboa incluído em rodapé     

domingo, julho 05, 2015

Sitava e BD



O Sitava - Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos sempre teve activa presença nas acções desenvolvidas em prol dos direitos do pessoal das companhias aéreas.

Por mero acaso, conheci no Festival BD de Beja o delegado sindical do Sitava José Sá. E fiquei a saber que uns tantos elementos daquele sindicato têm editado o Boletim SOS handling, com periodicidade mensal, onde se incluem curtas bandas desenhadas cujos argumentos são elaborados em equipa pelos delegados sindicais, para depois serem passados a BD por Carlos Rocha.

Esta inusitada e surpreendente forma de actividade sindical com apoio em imagens sequenciais, tem vindo a ser feita desde há uns tempos, o que permitiu a existência de considerável número de pranchas, suficientes para estar em andamento o projecto da edição de um livro de BD, bem como, complementarmente, a realização de uma exposição prevista para ser montada no Aeroporto de Lisboa.

Ficam a ilustrar a presente postagem duas das bandas desenhadas que tiveram publicação no citado boletim.
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CARLOS ROCHA 

Síntese biográfica

  
Carlos de Sousa Rocha, Moçâmedes (actual Namibe), Angola, 2 de Agosto de 1974.

Veio para Portugal com um ano de idade, tendo a família residido de início em Viana do Castelo, em seguida na Nazaré, até fixar-se em Olhão.

As suas primeiras bandas desenhadas tiveram publicação em meados dos anos 90 no Jornal Algarve Região, tendo igualmente colaborado em fanzines, designadamente Bedelho Fanzine, Boom!!!, Cincinato, Efeméride, Terminal e Tertúlia BDzine.

Participou na rubrica BD do semanário Mundo Universitário com uma bd de prancha única, a cores.

Foi o Convidado Especial da Tertúlia BD de Lisboa em Setembro de 2004.
 
Em 2006 colaborou com o Centre de Recherches de Toulouse (França), com ilustrações de temática etnográfica. 
Nesse mesmo ano foi-lhe publicada em álbum a bd "O Passeio de Inês", sob argumento de José Carmo, com a finalidade de divulgar a prevenção rodoviária, obra concebida pela Escola Segura da Esquadra Sede da PSP de Faro, e destinada a ser distribuída gratuitamente pelas escolas dos 1º e 2º ciclos do Algarve.

Em 2009 foi-lhe editada pela Bedeteca de Beja a obra "O Maior de Todos os Tesouros" (16 pranchas a p/b), na colecção Toupeira.
 
Em 2012 iniciou colaboração com a argumentista Aida Teixeira, fazendo a bd "O Rato Miguel". Em 2013, a mesma dupla realizou a obra de BD infantil "Vamos Aprender - A Moral da História.

Continuando a trabalhar em conjunto, Carlos Rocha e Aida Teixeira concretizaram, em Fevereiro de 2015, mais uma banda desenhada para a infância, "O Espirro do Dragão". Em Maio deste mesmo ano foi editado o fanzine Efeméride (nº6 - Parte 3 de 4), dedicado ao tema "Heróis de BD no Século XXI", em que Rocha executou uma bd de prancha única, a cores, com uma versão muito pessoal, em registo humorístico, do super-herói Thor.

Tem tido colaboração regular no Boletim SOS handling, desde o nº1 (10 Fev. 2014) editado pelo Sitava - Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos.

Está actualmente (2015) a realizar "A Ilha dos Ogres", obra de grande fôlego que irá ter 44 pranchas.
Geraldes Lino       

sexta-feira, julho 03, 2015

Exposições BD Avulsas - Pepedelrey


A Exposição Que Incomoda o País é o incomodativo título de uma exposição centrada em quatro bandas desenhadas de Pepedelrey, num incómodo preto e branco. 

As obras ficarão penduradas nas paredes da galeria do próprio autor, que as apresenta da seguinte forma:

Exposição de 4 bandas desenhadas de Pepedelrey, a preto e branco como convém nestes tempos de ditaduras, facilitando a leitura do que só falamos quando e onde sabemos ser seguro para não incomodar os donos disto tudo.
Tens coragem de aparecer?


Quem estiver interessado em corresponder a este convite provocatório pode dirigir-se amanhã, Sábado, 4 de Julho, pelas 18h00, à El Pep Store & Gallery

Onde é que isso fica, pode perguntar algum visitante deste blogue. Aqui está a morada:

El Pep Store & Gallery 
(localizada dentro da
Lx Factory)
Rua Rodrigues Sampaio, 103
Lisboa 

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PEPEDELREY

Síntese autobiográfica

 
Pepedelrey (Pedro Pereira) nasce no ano 1967 do conturbado século XX. 
Cedo demonstra a sua criatividade ao roubar canetas nas papelarias. Poderia ter sido um miúdo normal, ter roubado chocolates ou pastilhas, mas não. As canetas e os cadernos para poder desenhar, eram de facto mais excitantes. 
Depois da queda da ditadura saloia, entrou nos anos 80 para a então Escola de Artes Decorativas de António Arroio, para o curso de Imagem e Comunicação Audio-Visual. 
Em 1984 cria o seu primeiro fanzine, em parceria com mais quatro autores. A partir dai foi um estragar de papel e de máquinas de fotocópias, enchendo o estômago de quem adora consumir muita criatividade. 
Em 2002, já em plena ditadura, funda a editora independente El Pep e em 2005 é co-fundador do projecto The Lisbon Studio. 
Em 2014 abre a El Pep Store & Gallery com o objectivo de promover edições de autor e expor diversos criadores nas áreas da ilustração, banda desenhada, fotografia, pintura e outras formas de expressão.
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Os visitantes deste blogue que, por mera curiosidade, queiram ver os restantes "posts" sobre exposições avulsas (ou seja, não inseridas em festivais BD), poderão fazê-lo clicando no item Exposições BD Avulsas visível no rodapé.  

quinta-feira, julho 02, 2015

Clube Português de Banda Desenhada - 39º Aniversário


Não é muito evidente, mas neste logótipo (*) estão as iniciais CPBD, ou seja, Clube Português de Banda Desenhada.

Como já aqui foi dito, há um grupo de sócios a tentar reanimar a colectividade, que durante quase vinte anos tem estado numa espécie de hibernação, apenas ficando visível nos aniversários - o CPBD teve data oficial de início a 28 de Junho de 1976 - e através da publicação do seu fanzine, o Boletim do CPBD, o que tem sido feito com considerável persistência e assinalável qualidade.

E mais uma vez haverá um almoço, agora dedicado ao 39º aniversário, a realizar-se no Restaurante Moisés (Av. Duque d'Ávila, 123 - Lisboa), com início às 13h00. 

Na lista de participantes previstos constam os seguintes nomes (que se indicam por ordem alfabética):

Américo Coelho
António Amaral
António Martinó
Aurélio Lousada
Carlos Bettencourt
Carlos Gonçalves
Catherine Labey
Dâmaso Afonso
Geraldes Lino
Hernâni Portovedo
João Mimoso
João Vidigal
Joaquim Talhé
Joel Lima
Jorge Magalhães
José Lopes
José Pires
José Vilela
Leonardo De Sá
Machado-Dias
Mário Correia
Paulo Duarte
Pedro Sobral
Ricardo Pinto Leite
Ricardo Leite
Sá-Chaves
Sousa Santos
Valadas
Vilela

Se houver algum visitante deste blogue interessado em participar no almoço aniversariante poderá indicar o seu interesse na caixa de comentários, deixando o endereço de e-mail, ou nº de telefone, ou de telemóvel.

(*) O autor do logótipo foi o consócio Franklin Ferreira da Silva, já falecido.  

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Quem quiser ver a postagem anterior também dedicada ao Clube Português de Banda Desenhada poderão fazê-lo clicando no respectivo item visível em rodapé

quarta-feira, julho 01, 2015

Comic Jam (2ª fase: nº 24 - Total:77)


A sequência de desenhos improvisados que no fim constituem uma curtíssima banda desenhada em apenas seis vinhetas, acaba por ser uma brincadeira cúmplice entre seis ilustradores/autores de BD, que por vezes até mal se conhecem, mas que estando presentes na Tertúlia BD de Lisboa, com ela participam.

Na tertúlia de Junho, o comic jam teve por autores:

1 - Gastão Travado -------- 2 - Sá-Chaves
3 - Susa Monteiro  --------- 4 - Zé Francisco
5 - Sérgio Chaves  --------- 6 - Cláudia Dias 

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Os visitantes interessados em verem os "posts" anteriores que contêm todos os "comic jam" realizados na Tertúlia BD de Lisboa, mas também os que foram desenhados nos eventos AMADORABD e ANICOMICS, poderão fazê-lo com um simples clique no item Comic Jam visível aqui por baixo no rodapé.