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quarta-feira, agosto 09, 2017

BD de José Smith Vargas




Mapa Borrado é uma série de banda desenhada sob o traço de José Smith Vargas, em episódios autoconclusivos trimestrais, sempre apresentados em pranchas verticais. É notória a facilidade com que Vargas movimenta as personagens, e a expressividade que incute nos respectivos rostos. É também dele a escrita em que predomina a linguagem popular, o palavrão por vezes vernáculo. Uma banda desenhada que se encaixa bem no quadrante tendencialmente anarquista do jornal onde é publicada, o Mapa.
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JOSÉ SMITH VARGAS


Síntese biobibliográfica



José Smith Vargas, Lisboa, 1981. 

Formou-se na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.

Ilustrador, muralista, designer, autor e leitor de banda desenhada. 

Publicou BD e ilustração em edições da Associação Chili com Carne, na Revista Buraco e em inúmeras outras publicações, jornais, fanzines, blogues, etc.. 

Fez cartazes, designadamente para o Concurso de BD da Associação Cultural Alagamares, de Sintra.

Naquela associação dirigiu uma oficina de BD em quatro sessões, destinada a principiantes (apresentada pelo cartaz afixado aqui por cima).


Dos seus projectos de BD em curso destaca-se a adaptação de textos de Raul Brandão na série "O Fígado da República"; de crónicas sobre a requalificação do bairro da Mouraria; e "As Aventuras de Mário, o Trovador".

Tem tentado levar a influência da BD para outros territórios visuais como cartazes e capas de discos, ultrapassando a natureza sintética e aglomeradora da ilustração, antes explorando instantâneos de sequências, de narrativas inexistentes.

Nas influências, a sua referência principal em termos de autores é a BD franco-belga (clássica e contemporânea):

Edgar P. Jacobs, Jacques Martin, Franquin, François Bourgeon, Jacques Tardi, Christophe Blain, David B., Joann Sfar...

Depois há Pratt, Muñoz, Prado, Bilal, o português Relvas... 


Quanto a personagens, as preferidas vêm da escola autobiográfica americana: Harvey Pekar e Joe Sacco. Autores que se representam nas suas histórias.. No caso de Pekar, escrito por ele e desenhado por outros. 


Em relação a Mário "o trovador", bd em preparação, baseia-se num cantautor e músico de rua, iniciando assim uma série onde traça pequenos retratos da vida e ilustra alguns temas das canções do seu amigo.

José Smith Vargas está a colaborar no jornal Mapa onde, no nº8, foi publicada a sua bd "A Morte na Póvia de Sta. Iria". 

Actualmente (2017) vive na Noruega.

(*) Os seus espaços na internet:
josesmithvargas.blogspot.pt
www.behance.net/josesmithvargas


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Os interessados em ver textos anteriores da rubrica BD portuguesa em jornais poderão fazê-lo clicando no respectivo item visível em rodapé     

quinta-feira, março 05, 2015

Exposições BD Avulsas (Almada) - José Smith Vargas



José Smith Vargas é um ilustrador/autor de BD, possuidor de um estilo gráfico singular, aliado a uma elevada cultura, detectável pelo seu critério na escolha de temas para argumentos das suas bandas desenhadas.

Quem ainda nunca tenha visto alguma obra sua vai ter agora boa oportunidade de admirar o seu talento na exposição de pranchas originais de BD, que vão estar patentes na Oficina Divagar, com inauguração pelas 21h de sexta-feira, 6 de Março.

Os interessados que não possam estar presentes neste dia e hora têm possibilidade de visitar a exposição até 28 de Março de 2015.

Oficina Divagar
Rua Serpa Pinto, 4 - 1º- dtº (junto à Casa da Cerca)
Almada

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JOSÉ SMITH VARGAS

Síntese biobibliográfica


José Smith Vargas, Lisboa, 1981. 

Formou-se na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.

Ilustrador, muralista, designer, autor e leitor de banda desenhada. 

Publicou BD e ilustração em edições da Associação Chili com Carne, na Revista Buraco e em inúmeras outras publicações, jornais, fanzines, blogues, etc.. 

Fez cartazes, designadamente para o Concurso de BD da Associação Cultural Alagamares, de Sintra.
Naquela associação dirigiu uma oficina de BD em quatro sessões, destinada a principiantes (apresentada pelo cartaz afixado aqui ao lado).


Dos seus projectos de BD em curso destaca-se a adaptação de textos de Raul Brandão na série "O Fígado da República"; de crónicas sobre a requalificação do bairro da Mouraria; e "As Aventuras de Mário, o Trovador".

Tem tentado levar a influência da BD para outros territórios visuais como cartazes e capas de discos, ultrapassando a natureza sintética e aglomeradora da ilustração, antes explorando instantâneos de sequências, de narrativas inexistentes.

Nas influências, a sua referência principal em termos de autores é a BD franco-belga (clássica e contemporânea):

Edgar P. Jacobs, Jacques Martin, Franquin, François Bourgeon, Jacques Tardi, Christophe Blain, David B., Joann Sfar...

Depois há Pratt, Muñoz, Prado, Bilal, o português Relvas... 


Quanto a personagens, as preferidas vêm da escola autobiográfica americana: Harvey Pekar e Joe Sacco. Autores que se representam nas suas histórias.. No caso de Pekar, escrito por ele e desenhado por outros. 


Em relação a Mário "o trovador", bd em preparação, baseia-se num cantautor e músico de rua, iniciando assim uma série onde traça pequenos retratos da vida e ilustra alguns temas das canções do seu amigo.

José Smith Vargas está actualmente a colaborar no jornal Mapa onde, no nº8, foi publicada a sua bd "A Morte na Póvia de Sta. Iria".

(*) Os seus espaços na internet:
josesmithvargas.blogspot.pt
www.behance.net/josesmithvargas


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Os visitantes deste blogue que, por mera curiosidade, queiram ver os restantes "posts" sobre exposições avulsas (ou seja, não inseridas em festivais BD), poderão fazê-lo clicando no item Exposições BD Avulsas visível no rodapé.

domingo, março 02, 2014

Teaser (II) - BD "Entrudo" - José Smith Vargas e Raul Brandão - Literatura em BD (II)


Estamos no Carnaval. Ou no Entrudo, como também se dizia em tempos idos - mas a palavra caiu em desuso na oralidade, como tantas outras.

Há algo de artificial nestes festejos, de alegria com data marcada. E mais artificiais se sentem os folguedos carnavalescos, quando as condições de vida se deterioram, o desemprego aumenta e os jovens (e não só) emigram em massa, os reformados são atingidos com cortes nas pensões, e o país está irremediavelmente endividado.

É um pouco também o que se passava em 1922 - apenas sem troika - num 19 de Fevereiro, dia de Entrudo, era Domingo tal como hoje, mas foi há noventa e dois anos e alguns dias.

Raul Brandão, português e escritor, descreve na sua obra "Os Operários", uma realidade que não difere muito da de hoje. embora dramatizada ao limite.

Na última vinheta da terceira prancha desta banda desenhada, que José Smith Vargas está a adaptar do romance de Raul Brandão, as legendas são elucidativas: "A atmosfera é de tragédia"; "Portugal vai morrer?"; "No Entrudo?"; "Sente-se que isto caminha passo a passo para a agonia".

José Smith Vargas afirma, em caracteres de corpo mais pequeno sobre o título, que a adaptação da citada obra literária será em texto quase integral. E já tem realizadas oito pranchas no seu blogue (*), de onde retirei estas três (afinal, um simples teaser), visíveis acima, com a devida vénia ao talentoso ilustrador/autor de BD.

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José Smith Vargas 

Síntese biobibliográfica


José Smith Vargas, Lisboa, 1981

Formou-se na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
Ilustrador, muralista, designer, autor e leitor de banda desenhada. 

Publicou BD e ilustração em edições da Associação Chili com Carne, na Revista Buraco e em inúmeras outras publicações, jornais, fanzines, blogues, etc.. 

Fez cartazes, designadamente para o Concurso de BD da Associação Cultural Alagamares, de Sintra.
Naquela associação dirigiu uma oficina de BD em quatro sessões, destinada a principiantes (apresentada pelo cartaz afixado aqui ao lado).


Dos seus projectos de BD em curso destaca-se a adaptação de textos de Raul Brandão na série "O Fígado da República"; de crónicas sobre a requalificação do bairro da Mouraria; e "As Aventuras de Mário, o Trovador".

Tem tentado levar a influência da BD para outros territórios visuais como cartazes e capas de discos, ultrapassando a natureza sintética e aglomeradora da ilustração, antes explorando instantâneos de sequências, de narrativas inexistentes.

Nas influências, a sua referência principal em termos de autores é a BD franco-belga (clássica e contemporânea):

Edgar P. Jacobs, Jacques Martin, Franquin, François Bourgeon, Jacques Tardi, Christophe Blain, David B., Joann Sfar...

Depois há Pratt, Muñoz, Prado, Bilal, o português Relvas... 


Quanto a personagens, as preferidas vêm da escola autobiográfica americana: Harvey Pekar e Joe Sacco. Autores que se representam nas suas histórias.. No caso de Pekar, escrito por ele e desenhado por outros. 


Em relação a Mário "o trovador", bd em preparação, baseia-se num cantautor e músico de rua, iniciando assim uma série onde traça pequenos retratos da vida e ilustra alguns temas das canções do seu amigo.

(*) Os seus espaços na internet:
josesmithvargas.blogspot.pt
www.behance.net/josesmithvargas



------------------------------ Versão em inglês ------------------------------------

We are at Carnival. Or Shrove Tuesday, as it was also said in times gone by - but the word fell into disuse in orality, like so many others.

There is something artificial in these festivities, of joy due date. And more artificial feel the carnival revelry, when living conditions deteriorate, unemployment rises and the young (and not only) emigrate en masse, pensioners are hit with cuts in pensions and the country is hopelessly in debt.

It's a little too what was happening in 1922 - only without troika - a February 19, Carnival Day, a Sunday like today, but there ninety-two years and some days.

Raul Brandão, portuguese and writer, describes in his book "The Worker", a reality not much different from today. although dramatized the limit.

In the last vignette of the third plank of this comic, that Joseph Smith Vargas is adapting the novel by Raul Brandão, subtitles are instructive: "The atmosphere is tragedy"; "Portugal will die?"; "On Shrove Tuesday?"; " feels that it walks you step by step to the agony. "

José Smith Vargas, in smaller characters on the title body, the adaptation of a literary work is cited in almost full text. And it has already performed eight boards in his blog (*), where I removed these three (after all, a simple teaser), visible above, with proper bow to the talented illustrator / author of BD.

(*) www.josesmithvargas.blogspot.pt

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Blogger's note: There is in this blog a complete comic Joseph Smith Vargas, the label "Short BD (Portuguese Authors)"
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Interested to see / read the previous comics devoted to the topic of this "post", may do so by clicking on the item in Literature BD visible in footer   


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 Nota do bloguer: Há neste blogue uma banda desenhada completa de José Smith Vargas, na etiqueta "Curtas de BD (Autores portugueses)"
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Os interessados em ver/ler a banda desenhada anterior dedicada ao tema do presente "post", poderão fazê-lo clicando no item Literatura em BD visível em rodapé  

quarta-feira, agosto 28, 2013

Curtas de BD (Autores portugueses - IX) - José Smith Vargas



José Smith Vargas é um ilustrador e autor de BD com talento singular e estilo muito pessoal. A sua trajectória abarca já número significativo de obras, embora dispersas pelos mais variados suportes e imprevisíveis temas. 

Um flagrante exemplo é exactamente a presente banda desenhada - inédita, portanto em estreia neste blogue - onde, em curtas três pranchas, plasma uma síntese biográfica do pintor "naif" Niko Pirosmanashivili (Georgia, 1862/1918), artista que sempre viveu em extrema pobreza, situação social que José Vargas transmite de forma intensa, através de grafismo "sujo" e sombria colorização.

Uma curta mas notável peça de figuração narrativa, bem demonstrativa de estarmos em presença de um valor sólido da actual BD portuguesa.

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Biografia

José Smith Vargas 

Síntese biobibliográfica

 José Smith Vargas, Lisboa, 1981.

Formou-se na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha. 
Ilustrador, muralista, designer, autor e leitor de banda desenhada. Publicou BD e ilustração em edições da Associação Chili com Carne, na Revista Buraco e em inúmeras outras publicações, jornais, fanzines, blogues, etc.. 

Fez cartazes, designadamente para o Concurso de BD da Associação Cultural Alagamares, de Sintra.

Naquela associação dirigiu uma oficina de BD em quatro sessões, destinada a principiantes (apresentada pelo cartaz afixado aqui ao lado).

Dos seus projectos de BD em curso destaca-se a adaptação de textos de Raul Brandão na série "O Fígado da República"; de crónicas sobre a requalificação do bairro da Mouraria; e "As Aventuras de Mário, o Trovador".
Tem tentado levar a influência da BD para outros territórios visuais como cartazes e capas de discos, ultrapassando a natureza sintética e aglomeradora da ilustração, antes explorando instantâneos de sequências, de narrativas inexistentes.
Das influências que recebeu, a principal em termos de autores é a BD franco-belga (clássica e contemporânea):

Edgar P. Jacobs, Jacques Martin, Franquin, François Bourgeon, Jacques Tardi, Christophe Blain, David B., Joann Sfar...

Depois há Pratt, Muñoz, Prado, Bilal, o português Relvas... 

Quanto a personagens, as preferidas vêm da escola autobiográfica americana: Harvey Pekar e Joe Sacco. Autores que se representam nas suas histórias.. No caso de Pekar, escrito por ele e desenhado por outros.

Em relação a Mário "o trovador", bd em preparação, baseia-se num cantautor e músico de rua, iniciando assim uma série onde traça pequenos retratos da vida e ilustra alguns temas das canções do seu amigo.

Os seus espaços na internet:
josesmithvargas.blogspot.pt
www.behance.net/josesmithvargas
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Os interessados em ver as oito postagens anteriores deste tema, poderão facilmente fazê-lo clicando no item Curtas de BD (Autores portugueses), visível no rodapé.