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quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Luís Diferr, autor de KALLILEA, e o CROWDFUNDING


Depois de "O Homem de Neandertal" e "Os Deuses de Altair", duas obras de grande qualidade em BD, e "As Viagens de Loïs - Portugal", excepcional estreia na área da Ilustração, Luís Diferr está de novo a trabalhar numa banda desenhada de fôlego, Kallilea L'Amazone. Este título indicia que a edição inicial será em língua francesa (tal como aconteceu com "Les Voyages de Loïs - Le Portugal"), mas também já está prevista edição do álbum em português.

No que concerne à concretização editorial do projecto, Diferr encontrou apoio na editora Sandawe (*), que recorre integralmente ao sistema de crowdfunding.

Tanto os desenhos como o argumento (e a colorização) desta obra em construção têm a marca do talento polifacetado - ficcional, gráfico, cromático - de Luís Diferr, que se lançou na realização de uma reconstituição para-histórica, sem abdicar da indispensável componente imaginária, onde tem lugar um rasto erótico de que Diferr nunca abdica nas suas obras de BD.
Vejamos os textos de lançamento do projecto KALLILEA:      

ESTÁ DADA A PARTIDA PARA OS FÃS DE KALLILEA !

« Todos os fãs de Kallilea são iguais mas alguns são mais iguais do que outros. »

Para tal basta:

Inscrever-se gratuitamente em Sandawe éditeur, AQUI [Prénom = nome próprio; Nom = apelido (Pt); sobrenome (Br). Introduzir e reintroduzir e-mail e palavra-passe].


Em cima: Apreciem-se duas pranchas da bd, e a capa provisória.


Em cima: Veja-se a descrição do projecto, à esquerda, e a listagem de contrapartidas, à direita, que dependem dos montantes investidos.

Os leitores poderão investir no projecto em troca das contrapartidas citadas na margem direita da página de apresentação do mesmo; transformar-se-ão então em "edinautas".

Página do Facebook dedicada a Kallilea:  


 Atenção: KALLILEA está na categoria "PROJET LIBRE"


(*) sandawe.com
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LUÍS DIFERR

(ou apenas Diferr) 

NOME COMPLETO: LUÍS FILIPE TORRES DIAS FERREIRA

 NACIONALIDADE: Portuguesa 

  • LOCAL e DATA DE NASCIMENTO: Lobito (Angola), 26 de Maio de 1956

    Profissionalização em serviço no Ensino de Educação Visual e Geometria Descritiva (Básico e Secundário), nos anos letivos de 1997/98 e 1998/99, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação. 
  • BANDA DESENHADA (publicações mais relevantes): 

    Diversas publicações, em jornais, fanzines, revistas e álbuns, desde a 1ª publicação, com 15 anos: 1971/2 - “O Urso”, 24 bandas no suplemento dominical de O SÉCULO;

    Nov./1991 (Salão de BD da Amadora) - Álbum “O Homem de Neandertal” (54 pranchas a cores), Edições ASA, 1º volume de “As Aventuras de Herb Krox” 

    Março/1997 - Álbum “O Lago Iluminado - 1ª parte”, primeiro volume das Aventuras de DAKAR, o minossauro”, com argumento meu e desenhos de José Abrantes (46 pranchas a cores), Edições Baleiazul;   

    Março/1998 - Álbum “O Lago Iluminado - 2ª parte, das Aventuras de DAKAR, o minossauro” (54 pranchas a cores), Edições Baleiazul; 

    Dezembro/1998 - Álbum “Os Deuses de Altair - I” (52 pr. a cores), Edições Baleiazul, coleção Alboom, 2º volume de “As Aventuras de Herb Krox”.    

    Maio/2003 - “Corina Alpina Bonina” no álbum coletivo “Vasco Granja, uma vida... 1000 imagens” (8 pranchas a preto e branco), Edições ASA;  

    Outubro/2013 – “Blueberry em Por um monte de ferro-velho” (uma prancha a cores), homenagem ao herói de Charlier e Giraud no fanzine Efeméride dedicado aos “Heróis de BD no Século XXI”. 

    ILUSTRAÇÃO:

    Diversos trabalhos, o mais relevante dos quais é:

    • Abril/2010 - Álbum “Les Voyages de Loïs – Le Portugal”, Éditions CASTERMAN (França/Bélgica, 56 páginas a cores) ; edição portuguesa, de Junho/2010, pela ASA.

    ARQUITETURA:
    De 1986 a 1988 - Arquiteto projetista num atelier de Arquitetura (Da Cunha Paredes Lda.).

    ACTIVIDADE DOCENTE:
    Desde Setembro de 1993 - professor de Educação Visual e de Geometria Descritiva no Colégio Valsassina (Lisboa); Coordenador dessas disciplinas a partir de 1999. 

    (Texto consoante o actual Acordo Ortográfico - AO90 - que me foi fornecido pelo arquitecto/professor Luís Dias Ferreira)

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    Os interessados em ver postagens anteriores relacionados com algum dos temas desta postagem poderão fazê-lo clicando sobre o item desejado, visível em rodapé

    quarta-feira, novembro 19, 2014

    Saramago em BD - A Viagem do Elefante







    João Amaral é um autor de BD que gosta de transformar em imagens sequenciais, vulgo banda desenhada, grandes obras literárias. 

    Depois de o ter feito com "A Voz dos Deuses", de João Aguiar, consolidou o gosto por este género de tarefas exigentes, e ei-lo que, após dois anos e meio de trabalho intenso, apresenta em adaptação à BD "A Viagem do Elefante", romance de José Saramago.

    Em conversa com o casal João Amaral e Cristina Amaral, fiquei a saber que tinha sido ela que, após leitura do romance, aconselhou o marido a lê-lo também. Cristina é uma leitora compulsiva, conhece bem o marido, sabe que ele tem capacidade para se abalançar a este tipo de tarefas exigentes e muito trabalhosas. A reacção de João Amaral foi entusiástica ao longo da leitura do romance e, conforme me disse em conversa casual, as imagens começaram de imediato a formar-se na sua imaginação. 

    Assim, sob o efeito ainda da leitura, lançou-se à concretização gráfica. 
    Claro que a passagem para figuração narrativa de uma extensa obra literária por um único autor representa um trabalho imenso, estou a referir-me às várias e exigentes tarefas de adaptar para guião o texto original de José Saramago, que é o verdadeiro argumento; em seguida esboçar num layout cento e vinte pranchas, cada uma delas com várias vinhetas - veja-se a prancha aqui ao lado -, depois passá-las a tinta, em seguida fazer a legendagem, tanto as legendas didascálicas sob as vinhetas, como as que têm de ser inseridas dentro dos balões de fala. E, finalmente, colorir todas as pranchas (repito: cento e vinte!), ou seja, fazer a arte final.

    Após todo este trabalho ecléctico - uma banda desenhada, quando feita por um único autor, exige que ele seja polivalente, o que é o caso de João Amaral -, teve ainda o trabalho de capista, isto é, fazer uma ilustração para a capa, e só então deu por terminada a obra, que demorou a realizar, como acima já ficou dito, cerca de dois anos e meio, numa média de oito horas de trabalho por dia, considerando o pormenor de que houve pranchas que levaram uma semana a fazer (quanto tempo terá levado José Saramago a escrever o romance?).

    "A Viagem do Elefante" em BD está enfim pronta, e será posta à venda no próximo dia 21 do corrente mês de Novembro em todas as livrarias do país.

    Quanto ao lançamento oficial, está previsto para mais tarde, em data e local a divulgar em devido tempo.
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    JOÃO AMARAL

    Biobibliografia

     

    João Carlos Saraiva Amaral, Lisboa, Novembro de 1966. Frequentou o 2ºano do Curso de Gestão de Empresas do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa - ISCTE, e possui um curso de Design Gráfico assistido por computador.                             

    A sua entrada na banda desenhada, em 1994, foi pela porta grande, como inferirá do título do seu primeiro álbum, A Voz dos Deuses, quem tiver lido o romance homónimo de João Aguiar, base para a adaptação literária realizada por Rui Carlos Cunha..

    Cinco anos depois colabora na revista Selecções BD (2ª série) com a banda desenhada a preto e branco, Quid Novi in Imperium? - Que Há de Novo no Império?, dividida em dois capítulos, intitulando-se o primeiro O Fim Coroa a Obra, e Dias de Cólera o segundo, publicados naquela revista em Agosto de 1999 e Junho de 2000, respectivamente.

    Meses mais tarde, nessa mesma 2ª série de Selecções BD, entre Dezembro de 2000 e Fevereiro de 2001, foi publicada outra obra sua, tal como a anterior também a preto e branco, intitulada O Fim da Linha, para cujo argumento João Amaral se baseou num antigo filme, protagonizado por Gary Cooper e Grace Kelly, "O Comboio Apitou Três Vezes", um "western", mas localizando a acção da banda desenhada numa vila portuguesa .

    Missão Quase Impossível é o título do episódio que realizou em sete pranchas, sob argumento de Jorge Magalhães, para a obra homenageante Vasco Granja - Uma Vida... 1000 Imagens, editada em Maio de 2003.

    Em 2006 volta a ser editado em álbum, dessa vez com A História de Manteigas no Coração da Estrela.

    Foi-lhe publicada mensalmente, a partir de Abril de 2006, a bd O Gui, a Nô... e os Outros, a preto e branco, no jornal paroquiano A Cruz Alta, da igreja de Sintra. João Amaral usou o pseudónimo "Joca", e a banda desenhada teve argumento de Isabel Afonso, que assinava como "Gui", tendo terminado em Outubro de 2008.

    Posteriormente, já no seu blogue http://joaocamaral.blogspot.com 

    criou, desta vez "a solo", em tiras, a 24 de Dezembro de 2010, outra série aparentemente infantil, intitulada "Fred & Companhia", mas de vincado carácter crítico e satírico, que também está visível numa importante rede social, no endereço http://facebook.com/fredecompanhia 

    No seu blogue, o dinâmico autor tem reproduzido bandas desenhadas inicialmente publicadas na revista Selecções BD, que aparecem igualmente no jornal Alentejo Popular, na rubrica "Através da Banda Desenhada" (sob coordenação de Armando Corrêa/Luiz Beira), onde já foi reproduzida a bd Ok Corral (com argumento de Jorge Magalhães), em 2008.

    Antes, em Fevereiro de 2007, realizara numa só prancha o episódio Sonhos para a obra colectiva "Príncipe Valente no século XXI", publicada no fanzine Efeméride (nº2).
     

    Quid Novi in Imperium? - Que Há de Novo no Império?, banda desenhada de grande fôlego, que teve início nas Selecções BD, com os dois primeiros episódios, e que ficou incompleta por desaparecimento daquela revista, tem tido continuidade na blogosfera, com o seguinte alinhamento:
    "Acabou a Representação", 3º episódio (10 pranchas), em 11 de Janeiro de 2010
    "Ao Homem!" 4º episódio (12 pranchas), em 19 e 20 de Janeiro de 2010
    "O Dente do Lobo" (9 pranchas), em 4, 5, 6 e 7 de Maio de 2010, sendo que este último episódio foi igualmente publicado no citado jornal Alentejo Popular em 2012.   

    Ao nível mais elevado de edição da BD, ou seja, na publicação em álbum, este prolífico autor tem também as seguintes obras: Bernardo Santareno (2006), História de Fornos de Algodres (2008), Cinzas da Revolta (2012) e A Viagem do Elefante (2014).


    Excepto Cinzas da Revolta, excepcionalmente assinada por um pseudónimo, Jhion, e feita sob argumento de Miguel Peres, todas as restantes obras publicadas em álbum são de sua completa autoria.

    João Amaral foi o Convidado Especial da Tertúlia BD de Lisboa em Maio de 1999.      

                                                                  Geraldes Lino
    Foto de Cristina Amaral 
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    Os interessados em ver/ler as bandas desenhadas que se inserem nos temas Literatura em BD e Preview, poderão fazê-lo clicando nesses itens visíveis em rodapé

    domingo, março 02, 2014

    Teaser (II) - BD "Entrudo" - José Smith Vargas e Raul Brandão - Literatura em BD (II)


    Estamos no Carnaval. Ou no Entrudo, como também se dizia em tempos idos - mas a palavra caiu em desuso na oralidade, como tantas outras.

    Há algo de artificial nestes festejos, de alegria com data marcada. E mais artificiais se sentem os folguedos carnavalescos, quando as condições de vida se deterioram, o desemprego aumenta e os jovens (e não só) emigram em massa, os reformados são atingidos com cortes nas pensões, e o país está irremediavelmente endividado.

    É um pouco também o que se passava em 1922 - apenas sem troika - num 19 de Fevereiro, dia de Entrudo, era Domingo tal como hoje, mas foi há noventa e dois anos e alguns dias.

    Raul Brandão, português e escritor, descreve na sua obra "Os Operários", uma realidade que não difere muito da de hoje. embora dramatizada ao limite.

    Na última vinheta da terceira prancha desta banda desenhada, que José Smith Vargas está a adaptar do romance de Raul Brandão, as legendas são elucidativas: "A atmosfera é de tragédia"; "Portugal vai morrer?"; "No Entrudo?"; "Sente-se que isto caminha passo a passo para a agonia".

    José Smith Vargas afirma, em caracteres de corpo mais pequeno sobre o título, que a adaptação da citada obra literária será em texto quase integral. E já tem realizadas oito pranchas no seu blogue (*), de onde retirei estas três (afinal, um simples teaser), visíveis acima, com a devida vénia ao talentoso ilustrador/autor de BD.

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    José Smith Vargas 

    Síntese biobibliográfica


    José Smith Vargas, Lisboa, 1981

    Formou-se na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha.
    Ilustrador, muralista, designer, autor e leitor de banda desenhada. 

    Publicou BD e ilustração em edições da Associação Chili com Carne, na Revista Buraco e em inúmeras outras publicações, jornais, fanzines, blogues, etc.. 

    Fez cartazes, designadamente para o Concurso de BD da Associação Cultural Alagamares, de Sintra.
    Naquela associação dirigiu uma oficina de BD em quatro sessões, destinada a principiantes (apresentada pelo cartaz afixado aqui ao lado).


    Dos seus projectos de BD em curso destaca-se a adaptação de textos de Raul Brandão na série "O Fígado da República"; de crónicas sobre a requalificação do bairro da Mouraria; e "As Aventuras de Mário, o Trovador".

    Tem tentado levar a influência da BD para outros territórios visuais como cartazes e capas de discos, ultrapassando a natureza sintética e aglomeradora da ilustração, antes explorando instantâneos de sequências, de narrativas inexistentes.

    Nas influências, a sua referência principal em termos de autores é a BD franco-belga (clássica e contemporânea):

    Edgar P. Jacobs, Jacques Martin, Franquin, François Bourgeon, Jacques Tardi, Christophe Blain, David B., Joann Sfar...

    Depois há Pratt, Muñoz, Prado, Bilal, o português Relvas... 


    Quanto a personagens, as preferidas vêm da escola autobiográfica americana: Harvey Pekar e Joe Sacco. Autores que se representam nas suas histórias.. No caso de Pekar, escrito por ele e desenhado por outros. 


    Em relação a Mário "o trovador", bd em preparação, baseia-se num cantautor e músico de rua, iniciando assim uma série onde traça pequenos retratos da vida e ilustra alguns temas das canções do seu amigo.

    (*) Os seus espaços na internet:
    josesmithvargas.blogspot.pt
    www.behance.net/josesmithvargas



    ------------------------------ Versão em inglês ------------------------------------

    We are at Carnival. Or Shrove Tuesday, as it was also said in times gone by - but the word fell into disuse in orality, like so many others.

    There is something artificial in these festivities, of joy due date. And more artificial feel the carnival revelry, when living conditions deteriorate, unemployment rises and the young (and not only) emigrate en masse, pensioners are hit with cuts in pensions and the country is hopelessly in debt.

    It's a little too what was happening in 1922 - only without troika - a February 19, Carnival Day, a Sunday like today, but there ninety-two years and some days.

    Raul Brandão, portuguese and writer, describes in his book "The Worker", a reality not much different from today. although dramatized the limit.

    In the last vignette of the third plank of this comic, that Joseph Smith Vargas is adapting the novel by Raul Brandão, subtitles are instructive: "The atmosphere is tragedy"; "Portugal will die?"; "On Shrove Tuesday?"; " feels that it walks you step by step to the agony. "

    José Smith Vargas, in smaller characters on the title body, the adaptation of a literary work is cited in almost full text. And it has already performed eight boards in his blog (*), where I removed these three (after all, a simple teaser), visible above, with proper bow to the talented illustrator / author of BD.

    (*) www.josesmithvargas.blogspot.pt

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    Blogger's note: There is in this blog a complete comic Joseph Smith Vargas, the label "Short BD (Portuguese Authors)"
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    Interested to see / read the previous comics devoted to the topic of this "post", may do so by clicking on the item in Literature BD visible in footer   


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     Nota do bloguer: Há neste blogue uma banda desenhada completa de José Smith Vargas, na etiqueta "Curtas de BD (Autores portugueses)"
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    Os interessados em ver/ler a banda desenhada anterior dedicada ao tema do presente "post", poderão fazê-lo clicando no item Literatura em BD visível em rodapé  

    quinta-feira, setembro 19, 2013

    Teaser (I) - BD "Requiem" - Novo episódio para Dog Mendonça e Pizzaboy


    Está em elaboração mais um episódio - o terceiro, intiulado "Requiem" - da popular obra de banda desenhada "As Fantásticas Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy", resultante de uma bem sucedida parceria luso-argentina formada pelo português Filipe Melo, argumentista (e cineasta, e músico), e pelos argentinos Juan Cavia, desenhador, e Santiago Villa, colorista.

    Trabalhando à distância - Melo em Lisboa, Cavia e Villa em Buenos Aires -, mas bem próximos graças às modernas tecnologias, têm como desiderato conseguir terminar muito brevemente o "Requiem", o que os obriga a desenvolver frenética actividade - em especial Filipe Melo, "enclausurado" em casa, dedicado quase em exclusivo a escrever o argumento e o guião, este com os respectivos diálogos - de forma a que a obra possa ser editada em Portugal em 2014, sob chancela da Tinta-da-China, e também no próximo ano nos USA em edição da Dark Horse -, sem perder de vista que a obra será lançada no já muito próximo 24º Amadora BD/2013, com abertura de portas a 25 de Outubro. O trio de autores estará presente no lançamento do álbum no dia 3 de Novembro, no decorrer do Festival.

    Para os bedéfilos que já conhecem os dois volumes anteriores, aqui ficam três pranchas  - 46, 54 e 63, de cima para baixo - do terceiro episódio, a servirem de "teaser" ou, se preferirem, de aperitivo gráfico.

    Os meus agradecimentos a Filipe Melo, pela amabilidade de me ter enviado tão excelente material, que permite a este blogue a novidade de apresentar uma ante-estreia com uma espécie de "trailer", ou não seja o Filipe também cineasta.    




    Ficam igualmente visíveis a capa e contracapa do livro editado nos USA (amável oferta de Filipe Melo) contendo a versão americana da primeira parte desta ambiciosa obra em três tomos.

    Como curiosidade, reproduzo a ficha técnica:

    Published by Dark Horse Books
    A division of Dark Horse Comics Inc.
    10956 SE Main Street
    Milwawkie OR 97222

    DarkHorse.com

    First edition May 2012

    Printed at Shanghai Offset Printing, Guangdong Province, China
    (Muito curioso este pormenor de uma editora americana encomendar a impressão deste livro a uma impressora chinesa!)