quarta-feira, março 04, 2009

Comic Jam - 7ª prancha

Ok, as seis vinhetas vêem-se mal neste formato, mas todos os visitantes já iniciados nestas andanças internéticas sabem que basta clicar em cima da imagem e ela... BLAAAAM, ampliaaaaa!


Prancha (a 7ª desta primeira série) realizada sem qualquer argumento pre-existente, por conseguinte ao sabor da improvisação de cada desenhador participante.
A presente prancha teve a participação de:
1º vinheta - Renato Abreu, o autor homenageado ontem, 3/3/09, pela Tertúlia BD de Lisboa (para saber mais acerca dele, ver o "post" anterior)
vinheta - Inês Casais, a.k.a. "Tetris" (foi também a autora da bd publicada no fanzine Tertúlia BDzine distribuído gratuitamente aos participantes deste encontro)
vinheta - Daniel Maia, ou Dan Maia, ou, simplesmente "Dan"
4ª vinheta - Bárbara Carvalho
5ª vinheta - João Ataíde
6ª vinheta - José Girão
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Leia-se o que de imediato escrevi (ver as últimas linhas do texto) aquando da postagem inicial deste tema, em Ag.6, 2008:
"Claro que a ideia que imediatamente surge é a de ser editado um fanzine, quando houver quantidade de pranchas que o justifiquem".
Nesta altura do começar a pôr em prática a ideia do Comic Jam, foi esse o lampejo que tive (alguns visitantes, que não leram o texto até ao fim, vieram sugerir-me "seria giro que fizesses um fanzine...). Entretanto, as ideias foram-se concretizando, e o que decidi fazer foi o seguinte:
Ao fim de 10 meses haverá 10 pranchas feitas. Será essa dezena de pranchas, em que colaborarão umas dezenas de autores (uma vinheta cada, até agora tenho conseguido que não haja repetições), cuja última prancha será uma surpresa. que constituirá o fanzine "Comic Jam" nº 1, que terá data de Junho 2009. A tiragem será de 100 exemplares, para ser um para cada colaborador, dois para o Depósito Legal da Biblioteca Nacional, e umas dezenas para venda ao público fanzinista.
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Os interessados em ver as restantes pranchas desta brincadeira gráfica, tipo "Cadavre Exquis", têm uma solução fácil: clicar na etiqueta "Comic Jam" aqui em baixo no rodapé

3 comentários:

Paulo Marques disse...

Eh eh, parece-me a mim de que estarei a ser incluído no lote desses "alguns visitantes que não leram o texto até ao fim" :P

Sinceramente penso ter lido o texto na sua totalidade, o qual até não era muito extenso, mas temos de atender que existe uma diferença de vários meses entre o primeiro post do "Comics Jam", datado de Agosto 2008, para aquele em que eu participei, dando a tal sugestão da criação de um fanzine que constituísse numa compilação das diversas pranchas.

O que penso que se terá passado é que provavelmente acabei por interiorizar essa ideia e passados cerca de 7 meses, acabei por, ao visitar um novo post do "Comic Jam", achar por bem sugerir essa ideia, que pelo menos para mim parecia-me ser inédita e que já comprovei que não a foi tanto assim.

Resumindo, o importante é que está para relativamente breve a publicação desse fanzine, o que já por si é uma boa coisa!

Abraço!


Paulo Marques

Geraldes Lino disse...

Eh Eh, Paulo Marques, tens uma boa intuição. De facto foi a pensar na tua sugestão, simpática mas tardia, que resolvi comentar no "post" relacionado com mais uma prancha do "Comic Jam".
Claro que ainda me faz um pouco de surpresa essa ansiedade da publicação em papel (eu gosto muito de fanzines de papel, note-se), ansiedade que se poderia interpretar como se se considerasse o fanzine a grande possibilidade de divulgação. O que acontece, na realidade, é que a grande divulgação é exactamente esta aqui no ciberespaço, onde cada prancha é vista por mais de mil pessoas, enquanto que o fanzine que vou editar terá apenas uma tiragem de 100 exemplares: cerca de sessenta serão para os próprios autores-artistas colaboradores (6 autores por cada prancha, vezes 10 pranchas). Ficarão portanto, para venda, apenas 40, e chega.
Quem edita fanzines, ou outra publicação qualquer, sabe bem que o escoamento é lento.
Ora como eu já editei treze ou quatorze títulos, tenho a casa transformada em armazém com os exemplares das sobras...
Abraço e saudações bedéfilas.

Paulo Marques disse...

Pelos vistos a minha intuição está em boa forma ;)

A ideia do fanzine em papel e a respectiva tardia sugestão dada por mim, não tem a ver com uma qualquer ideia de que através desse fanzine irá ser favorecida a divulgação do trabalho dos artistas integrantes, pois concordo em pleno contigo que o meio virtual actua muito melhor a esse nível.

Essa menção à criação de um fanzine tem mais especificamente a ver com a ideia de reunir as várias pranchas de uma ideia interessante, numa mesma publicação, de forma a se ficar com um registo físico dessa iniciativa, o qual, ao contrário da internet, onde os artigos são vistos por milhares, mas que em breve acabam por ser relegados para o meio de centenas de artigos, esta seria uma forma de se valorizar essa iniciativa.

Estamos também de acordo com o aspecto de que esse futuro fanzine servirá provavelmente, em termos práticos, mais como uma boa recordação para todos os participantes, sendo relativa a sua aquisição pelo o público em geral, isso embora estejam presentes muitos dos bons artistas da nossa praça!

Abraço e saudações bedéfilas!

PM