domingo, janeiro 24, 2010

Lisboa na BD (XII) Lx em vinhetas num álbum da editora belga Dupuis - Autores: Philippe Aymond (desenho), Jean Van Hamme (argumento)

Um estupendo picado sobre a baixa da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo (pormenor da prancha reproduzida a seguir). Como se percebe, o ilustrador está num plano (imaginário) acima do avião da TAP, facilidade que, sem quaisquer despesas, só a BD permite






Vinheta (alterada tecnicamente) extraída da prancha reproduzida mais abaixo, aqui com destaque para o Marquês de Pombal, perpetuado numa imponente estátua, uma das imagens mais carismáticas de Lisboa, a coroar a magnífica Avenida da Librdade.


Sem qualquer pausa na acção, o que demonstra mestria na utilização das técnicas e da linguagem da BD, os autores vão pairando visualmente sobre a cidade, dando aqui uma panorâmica que abarca o Castelo de S. Jorge lá no alto de uma das sete (ou mais...) colinas (vinheta também pertencente à prancha abaixo mostrada)

O Marquês de Pombal na sua imponente estátua, uma das imagens mais carismáticas de Lisboa

Pormenor da prancha visionável sob estas vinhetas, onde se vê um belo edifício dos anos 1940/50 que ainda resta no início da Avenida da República, a seguir a Entrecampos

Uma panorâmica sobre a Doca de Alcântara

Recanto de Lisboa com um arco, logo na primeira vinheta (a imagem não me é desconhecida, mas não consigo lembrar-me onde se situa*). Há uma placa onde se lê "Pensão Flores", mas o "google" não me esclareceu onde fica. Será que algum visitante deste blogue me poderá ajudar?

(*) Comentário "a posteriori": hoje, 3 de Março 2010, ia a descer a rua do Alecrim, e ao olhar para uma das ruas transversais que ali desembocam, neste caso, a rua do Ataíde, vi lá ao cimo, este tal arco que eu conhecia mas que não o estava a localizar. Para ir até ao pé dele, atravessei a rua das Flores, passei pela rua da Emenda, e cheguei finalmente ao Arco, onde li o seguinte letreiro: Pátio do Pimenta.
Entrei, apreciei as casas que compõem o pátio, e depois voltei para trás (o pátio é fechado ao fundo). Graças à BD, tinha visitado um local de Lisboa que só conhecia de passagem!

As docas de Santos e as suas numerosas esplanadas, um popularíssimo local lisboeta, junto ao rio Tejo.

Um enviesado ângulo que incide sobre os telhados de Lisboa, e um letreiro "Palme.." (Palmeira? Palmeiras? Hotel? Residencial? Pensão?) que não localizo. Peço ajuda. Quanto à figura feminina de Shania, nesta arriscada posição, irá servir, em ligeira variante, para ilustrar a capa do álbum.
Cá está o "bairro" ou BA, na linguagem dos lisboetas quando se referem o Bairro Alto

Elevador da Bica - actualmente um dos locais mais "fashion" da noite lisboeta - e algumas vinhetas de elevado dinamismo
Capa do álbum, logo com o aperitivo de uma panorâmica de Lisboa, com o Castelo de S. Jorge lá no alto

Lady S
Tomo 6 - Salade Portugaise

Edição em francês, não existindo tradução portuguesa.
Autores: Philippe Aymond (desenho), argumento e guião de Jean Van Hamme, colorização de Sébastien Gérard

Este 6º episódio localiza-se inicialmente no porto marítimo de Magadan, na Sibéria Oriental, passa em seguida para o Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

Shania - que trabalha como intérprete no citado Parlamento -, além de bonita, é licenciada em Ciências Políticas e fala oito ou nove línguas europeias.

Graças à sua amiga Kadija, o árabe Tarik, professor islamita, cuja especialidade, segundo ele, é ensinar os valores morais do Corão (ou Alcorão, como algo repetitivamente, nós, portugueses, dizemos).

Afirma Tarik: "No Corão, como na Bíblia dos cristãos e no Talmud dos judeus, é necessário saber ler nas entrelinhas".

Shania - em seguimento daquela conversa, já noutro local -, comenta para Tarik:
"Compreendo mal o fanatismo dos vossos extremistas. Veja o Califado de Granada no Século XIII: os muçulmanos que lá reinavam aceitavam sem problemas a coabitação com judeus e cristãos. Ora o Corão dessa época era o mesmo que o de hoje".

Tarik responde:
"Mas assim que os reis católicos conquistaram a cidade, em 1492, no fim da "Reconquista", logo fizeram massacrar todos os árabes, e expulsram os judeus para fora de Espanha (...) A seguir às Cruzadas, os cristãos fizeram tudo para impor ao resto do mundo a crença no Deus deles, que afirmavam ser o único verdadeiro".

"Exactamente o que os integralistas muçulmanos querem fazer hoje com Alá (Allah)", responde Shania.

Um diálogo interessante e inteligente - ou não fosse posto na boca destes dois intérpretes pelo brilhante argumentista/guionista Jean Van Hamme, que tem a seu crédito argumentos/guiões para várias séries importantes, designadamente "Largo Winch" (com Francq), "Le Grand Pouvoir du Chninkel (com Rosinski), "XIII" (com William Vance), "Arlequin" (com Dany), "Thorgal" (também com Rosinski), e em obra mais antiga, "Corentin" (com Paul Cuvelier).

Mais que não fosse, bastaria o início deste 6º tomo para se ficar interessado em conhecer o que ficou para trás e o que se seguirá, ou seja, o resto da obra.
Exactamente o que aconteceu comigo, que apenas dela tive conhecimento graças ao meu amigo Frederico carvalho, que escreveu um comentário relacionado com o meu anterior "post" (datado de Nov. 19, 2009) sobre este tema "Lisboa na Banda Desenhada".

Após outras peripécias, protagonizadas por agentes da CIA, que têm desconfianças sobre Tarik Hassine - aliás, Kader Bessaoui, e mais nomes fictícios usados por este simpático mas misterioso sujeito -, Shania, ela também portadora de outros nomes, visto que Ralph Ellington, agente da CIA, a trata por mademoiselle Rivkas, e a informa de que ambos terão de partir para Lisboa (et voilà!) afim de localizarem um indivíduo que afirma ter-se evadido de Zigursk, após a queda da URSS em 1991, e se paresenta como sendo um dos sábios que lá trabalhavam, e chamar-se Abel Rivkas, tendo a sua evasão sido concretizada num cargueiro português.

Pela coincidência do apelido de família, Rivkas, percebe-se que "Shania" fica impressionada, porque, segundo conta a Ralph Ellington, consta que seu pai se terá suicidado na cela, após ter sido preso pelo KGB, quando ela tinha apenas doze anos.

E já no avião da TAP-Air Portugal que sobrevoa Lisboa - estupendo picado sobre uma Praça do Comércio (eu, apesar de republicano, prefiro chamar-lhe Terreiro do Paço) bem visível -, Ralph esclarece, para que Shania nã crie falsas esperanças:
"Pelo contrário, ele pode ser um impostor, uma toupeira enviada pelo FSB (serviço de informações russo que substituiu o KGB, esclarecimento dado em rodapé), para descobrir os nossos segredos.

A partir daqui (prancha 13, página 17), a trama desenrola-se em Lisboa, por locais bem conhecidos, uns, outros nem tanto (eu, lisboeta, confesso que embora os reconheça, não me lembro onde ficam alguns deles), em acção num ritmo extremamente bem desenvolvido, com forte dinamismo, até à prancha 37 (página 41).

Finalmente, Shania e seu pai Abel Rivkas estão juntos, mas são perseguidos pelos espiões russos por outras paragens nos arredores de Lisboa - Azoia, por exemplo, como se lê numa placa - até a acção atingir um clímax de violência extremamente bem desenhado, que desagua numa cena de convivência onde participam dois veteranos dos seviços de informação portugueses (SIS?), de nomes Amalia (sem acento agudo no a) e Manoël (com trema, sinal que deixou de existir na língua portuguesa de Portugal após o acordo ortográfico de 1945...).

Um episódio que se lê com prazer - aqui fica apenas esboçada a trama -, porque funciona como peça independente, mesmo que seja apenas parte de um puzzle de que Lady S é a sexta peça.

Lady S
Tomo 6 - Salade Portugaise
Edição em francês, não existindo tradução portuguesa.
Autores: Philippe Aymond (desenho), argumento e guião de Jean Van Hamme, colorização de Sébastien Gérard
Álbum cartonado
44 páginas a cores
Editora Dupuis
Bruxelas, Bélgica
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Para ver as postagens anteriores relacionadas com este tema de "Lisboa na Banda Desenhada", basta clicar neste item indicado em rodapé.
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Mas se os caros amigos visitantes do blogue quiserem saber primeiro quais as vistas de Lisboa já focadas nas diversas postagens, e os nomes dos autores referenciados, basta ver a lista abaixo:

(XI) Nov. 19 - Monumentos e edifícios na obra "História e estórias do ACP" - Autores: Luís Correia (desenho), Carlos Morgado (argumento/guião)
(X) Julho 24 - Vários edifícios de Lisboa, na obra "Fernando Lopes Graça. Andamentos de uma Vida" - Autor: Ricardo Cabrita
(IX) Março 19 - Telhados da Baixa de Lisboa à noite - Autores: Filipe Alves (desenho), Álvaro Áspera (argumento)
(VIII) Março 13 - Parque Mayer: vista da entrada parcialmente submersa - Autores: Ana Saúde (desenho), João Veiga (arg.)
2009 - Daqui para cima

(VII) Junho 14 - Arco da Rua Augusta e Parque Mayer - Autor: C. Moreno
(VI) Abril, 14 - Sé Catedral de Lisboa, a cores diurnas e nocturnas - Autor: António Jorge Gonçalves
(V) Março, 11 - Alfama, recantos do bairro lisboeta - Autor: Filipe Andrade
(IV) Fev. 9 - Bairro dos Olivais com espaços verdes à vista - Autor: Ricardo Cabral
2007 - Daqui para cima

(III) Julho, 18 - Terreiro do Paço submerso - Autor: António Jorge Gonçalves
(II) Junho, 19 - Elevador de Santa Justa - Autor: Zé Paulo
(I) Maio, 21 - Torre de Belém e Convento do Carmo vistos em picado - Autor: Victor Mesquita
2006 - Daqui para cima

17 comentários:

refemdabd disse...

Muito bom. Tenho que ver esta série. O arco junto à pensão não me é estranho, mas não o consigo localizar assim de cabeça. As docas são as de Alcântara e não as de Santos. Muito obrigado pela excelente dica. Outro pormenor é o pouco trânsito (hehehe) e o táxi BMW (deve ser o único em Lisboa), estranhamente não desenhou um único Mercedes. Palmeira..humm, será o restaurante Palmeira na Rua do Crucifixo?

Geraldes Lino disse...

Viva Refém da BD
Esta minha confusão entre a Doca de Santos e a de Alcântara já vem de longe. Agradeço a correcção.
Quanto ao restaurante Palmeira (tb me lembrei dele) é num andar térreo, na rua do Crucifixo (onde tb há um muito bom alfarrabista, o Freitas) mas, claro, não tem nada a ver com um hotel, ainda por cima com um grande letreiro vertical lá no alto.
Presumo que seja fictício.
Vamos esperar por mais dicas...

Idálio Loução disse...

Via Geraldes Lino, é com um enorme prazer e satisfação que volto a escrever no seu Blog, como seu amigo e admirador, quero felicitá-lo uma vez mais pelo excelente trabalho que faz em prol da BD. Surpreende-me sempre com grandes BDs e esta não fica atrás (agrada-me bastante (o trabalho de pesqueisa do autor). Desde há uns anos a esta parte e no preciso momento que iniciámos o Projecto BDTECA que o gosto pela BD aumentou significativamente...

Geraldes Lino disse...

Viva Idálio Loução
Como disse Fernando Pessoa, na sua intromissão episódica pela publicidade, falando de uma bebida americana que ainda se desconhecia em Portugal, proibida cá até ao 25 de Abril - estou a falar da Coca-Cola - "primeiro estranha-se, depois entranha-se", aplicando-se o "slogan" perfeitamente â BD (isto em jovens adultos que pouco contacto tiham tido antes com a banda desenhada, como é o seu caso.
E como é, que eu saiba, um dos (dois)organizadores do evento bedéfilo BDTECA - Mostra de BD de Odemira (enquanto funcionário da Bedeteca Municipal dessa cidade), ainda bem que se sente cada vez mais motivado, agora já não como mero executor da tarefa (*), mas também como entusiasta da dita Nona Arte.
Abraço e saudações bedéfilas.

(*) Já agora, uma pergunta que até hoje não me tinha ocorrido fazer: como se chama, que cargo tem aí na Biblioteca, a pessoa (ou pessoas) a quem ocorreu pôr de pé essa iniciativa centrada na BD?

Miguel Pereira disse...

Caro Geraldes,
o Palmeira é um restaurante à saida do metro da Baixa-Chiado na parte de baixo dos armazéns. Já o arco da imagem á uma rua à esquerda ao subires a Rua do Alecrim!!

Asphodel disse...

Geraldes:

Simplesmente fabulosa este BD que aqui partilhou. Já está na minha lista de próximas aquisições.

Abraço

Ricardo Correia

Blogger disse...

Parabéns pelo blog

Agradecíamos que nos autorizassem a colocar um extracto deste "post" no nosso blog, sendo feita referência à sua origem (incluíndo link)

http://portugal-mundo.blogspot.com/search/label/BD

Também agradecemos outras dicas

blog.3850@yahoo.com

Blogger disse...

Porque não "Portugal na Banda Desenhada"

Encontrei um artigo interessante sobre o tema

http://kuentro.weblog.com.pt/arquivo/274187.html

Geraldes Lino disse...

Caro "Blogger"
Parte 1 - Fui visitar o seu blogue "Portugal através do Mundo", e gostei de constatar que, entre outros temas, também a BD lhe interessa.
Prova disso são os "Posts" dedicados a "O Segredo de Coimbra", obra em BD de Étienne Schreder (que tive o prazer de conhecer naquela cidade, porque fui lá ver a exposição dedicada à obra), a "Blake e Mortimer descobrem nos Açores a civilização perdida na Atlântida", "Lavadeiras (vocês escreveram lavandeiras...) da Lusitânia em 'Astérix, o Legionário' (1967)", "Marvel lança 'Avengers Faury Tales' (E.U.A. 2008), entre várias outras postagens relacionadas com personagens ou autores de Portugal na BD estrangeira.
Como visitante do meu blogue, teráão também vocês reparado na existência, na coluna "Categorias", dos seguintes itens: "Lisboa na Banda Desenhada" (iniciado em Maio 21, 2006), e "Porto na BD" (iniciado em Janeiro 17, 2010).
Perguntam vocês porque não faço antes "Portugal na Banda Desenhada".
A razão é a seguinte:
(continua)

Geraldes Lino disse...

Caro "Blogger"
Parte 2
Repito: A razão é a seguinte:
Há bastantes anos que sou leitor/visionador de Banda Desenhada, e comecei a reparar que a minha querida cidade apartecia com frequência em bandas desenhadas portuguesas e estrangeiras. E por isso resolvi escrever um extenso artigo acerca do tema, que foi publicado, devidamente ilustrado, na revista "Atlantis", editada pela TAP (já tenho pensado várias vezes em reproduzir esse texto no blogue).
Mais tarde (agora não me recordo quando, mas já foi há uns anos), fui convidado pela Bedeteca de Lisboa a organizar uma exposição sobre esse tema - mas có com pranchas originais, portanto fiquei limitado a autores portugueses - no Museu da Cidade (Lisboa, Campo Grande).
E qunado passei a ter este blogue, ocorreu-me voltar a focar o tema que, até essa data, Maio 2006, nunca o tinha visto na blogosfera.
Mas também já comecei a rubrica "Porto na BD", como antes referi (não sei se viu, mas se ainda não, basta localizar lo item na coluna das "categorias").
Entretanto, um amigo meu do Norte, que é visitante assíduo há anos do meu blogue, disse-me ele, criou o ano passado também um blogue, excelente, "As Leituras do Pedro" . E resolveu criar um tema algo semelhante ao meu "Lisboa na Banda Desenhada", mas, para ser diferente (o que é compreensível), deu-lhe esse título que você viu, "Portugal na Banda Desenhada". Você terá visto esse trabalho no blogue "Kuentro" do Machado-Dias, também um amigo meu, que faz citações frequentes dos artigos do Pedro no JN, e, pelo que você diz, terá também extraído essas imagens.
Portanto, no que se refere a imagens portuguesas na BD, terá havido influência da minha ideia no blogue do Pedro, mas enquanto eu ´refiro uma cidade de cada vez, ele abarca o país, o que acaba por ser inteligentemente diferente. Completamo-nos, e não faz sentido, como compreenderá, que vá eu agora criar por meu turno uma rubrica igual à dele.
Outro dos temas que você foca no seu blogue é a existência de obras de autores portugueses que têm estado a ser editados em revistas americanas (eu conheço pessoalmente esses autores, e tenho a revista "Fairy Tales" que você menciona, comprei-a para fazer uma referência, mas ten ho sempre tantos assuntos a tratar no blogue, que o tempo vai passando, e agora, quando o fizer, parecerá que copiei o texto do blogue "Portugal através do Mundo"...
Mas você encontrará, na rubrica
"Categorias", o item "autores portugueses editados no estrangeiro". São tantos os blogues sobre BD (felizmente), que as ideias se vão repetindo... Mas antes por excesso, do que por míngua...

Geraldes Lino disse...

E, para terminar,
Parte 3
Quanto à autorização que pede para colocar um extracto deste meu "post", está desde já autorizado, tanto mais que, honestamente, afirma fazer a devida referência.
Saudações bedéfilas e bloguísticas.
GL

òscar disse...

Obrigado

Caso não haja inconveniente abordarei igualmente (de forma resumida) outros "posts", nomeadamente a inclusão de Fernando Pessoa no livro dos Piratas

Quanto ao "Lavandeiras", resultou de uma tradução apressada do francês (Lavandiéres)

Geraldes Lino disse...

Caro bloguista Óscar
Já visitei o seu blogue, é btt variado, gostei de diversas coisas que por lá vi/li, e tenciono incluí-lo na listagem que ando a fazer sob o título "Banda Desenhada na Internet (Portugal)- Blogues, Sítios e Portais de BD de A a Z". Divide-se em duas partes, a primeira inclui espaços internéticos dedicados essencialmente à BD, e a Parte II onde foco aqueles dedicados a outros temas, mas que também incluem, mesmo que em pequena escala, a BD, como é o caso do seu blogue "Portugal através do Mundo".
Pode tirar do meu blogue o excerto que pretende da rubrica "Fernando Pessoa na Banda Desenhada... e não só". Claro que, como é normal entre nós, bloguistas (ou "bloggers", como você prefere, far-me-á o favor de referir o meu blogue.
Abr.
GL

Geraldes Lino disse...

Caro Miguel Pereira (conhecemo-nos pessoalmente?)
Frequntei o restaurante Palmeira há muuuuiitos anos, mas nunca reparei naquele letreiro lá no alto, e pareceu-me demasiado vistoso para a modéstia do restaurante, dai a minha dúvida.
Quanto ao Arco: eu tinha lido esta tua nota, mas, mentalmente, não o conseguia visualizar ao longo do lado esquerdo da subida da rua do Alecrim (reconheço que não percebi bem a tua indicação) e, entretanto, esqueci-me completamente deste teu comentário.
Só ontem - tinha ido à loja/discoteca Trem Azul - e, ao subir a rua do Alecrim, ao passar por uma rua à esquerda (que depois vi chamar-se rua do Ataíde) e ao olhar por mero acaso ao longo dessa rua, vi lá ao cimo o dito cujo Arco. "Lá está ele", pensei, e quantas vezes o terei visto antes.
Claro que decidi ir observá-lo em pormenor - para lá chegar é preciso descer, passar pela rua das Flores, e pela rua da Emenda, depois subir mais um bocado, e finalmente cheguei ao Arco que serve de entrada a um antigo espaço residencial que se chama "Pátio do Pimenta", o qual, apesar do seu aspecto digno, não tem saída, é uma espécie de "cul-de-sac", como qualquer pátio daquela época.
Já acrescentei na legenda sob a imagem o respectivo esclarecimento. E agradeço-te na mesma, Miguel Pereira, desculpa o atraso.

Geraldes Lino disse...

Caro confrade bloguista Óscar: já incluí o seu interessante blogue "Portugal através do Mundo" na "Parte II" da minha extensa listagem "Banda Desenhada na Internet (Portugal - Sítios, Blogues e Portais de BD de A a Z".
Pode localizá-la indo à coluna da esquerda das "Categorias", onde os itens estão por ordem alfabética, e lá a encontrará, escrita em maiúsculas (quis dar destaque ao tema).
Saudações bloguísticas.

Geraldes Lino disse...

Caro confrade bloguista Óscar: já incluí o seu interessante blogue "Portugal através do Mundo" na "Parte II" da minha extensa listagem "Banda Desenhada na Internet (Portugal - Sítios, Blogues e Portais de BD de A a Z".
Pode localizá-la indo à coluna da esquerda das "Categorias", onde os itens estão por ordem alfabética, e lá a encontrará, escrita em maiúsculas (quis dar destaque ao tema).
Saudações bloguísticas.

Geraldes Lino disse...

Confrade Óscar
Gostaria de saber a cidade onde reside (Lisboa?), para escrever a seguir ao endereço do seu blogue, como costumo fazer na tal listagem (como poderá ver noutros blogues), sempre que me é possível obter esse elemento.