terça-feira, outubro 10, 2006

17º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora ("post" 1 de 5) - Primeiras informações

Ilustração para o cartaz do festival, da autoria de Filipe Abranches

Mais um ano, mais uma corrida! Num local diferente (Fórum Luís de Camões, na Brandoa, uma freguesia da Amadora) bem melhor (à primeira vista...), bem mais vasto do que o anterior, lá estará o evento bedéfilo mais badalado do cenário verde-encarnado portuga.

Vai ser de 20 de Outubro (uma 6ª feira) até 5 de Novembro (um domingo).

17 Graus Periféricos e o Resto do Mundo - pode parecer algo esotérico este título, que consubstancia o tema central envolvente de todo o festival. E se calhar até o é, mas o que ressalta de imediato tem a ver com o facto de coincidir com o número de ordem do evento, exactamente o décimo-sétimo.

Autores que se prevê estarem presentes no FIBDA 2006:

No 1º fim-de-semana (21 e 22) apresentar-se-ão nas sessões de autógrafos:
Frank Giroud, Jean-Claude Denis, Lucien Rollin, Barbara Canepa e Alessandro Barbucci.

2º fim-de-semana (28 e 29)
Étienne Davoudeau, David Rubim (um jovem espanhol que esteve no 1º Festival de Beja), Lailson Cavalcanti, Maurício de Souza, Aurélia Aurita, Ángel de la Calle, Tomaz Lavric, Sérgio Salma, Aleksandar Zograf, Sixto Valencia, Eduardo del Rio, Roberto Goiriz, Marguerite Abouet, Clément Obrerie e Grof Balazs.

3º e último fim-de-semana (4 e 5 Novembro)
JP Stassen, Ivan Alagbé, Lorenzo Gomez, Eric Lambé, Sid Ali Meloah

Nota "a posteriori":
A lista deste 3º e último fim de semana foi aumentada com os seguintes autores:
Ahmed Nouaiti, Grzegorz Janusz, Grawronkiewicz e Horacio Altuna.

Para além daqueles que já são conhecidos dos apreciadores portugueses, o estilo e a obra de muitos destes autores vai poder ser apreciada nas respectivas pranchas originais, nas áreas expositivas dedicadas à América Latina, África dita negra, mundo árabe e Leste europeu, entre outras.

Exposições

No Fórum Luís de Camões (um pavilhão que corporiza o polo principal do evento), serão apresentadas obras de quase duas centenas de autores de numerosas nacionalidades.

No Piso 0 (zero) do Pavilhão
17 autores portugueses contemporêneos

No Piso -1 (Sala Mundo BD)
América Latina
África
Mundo Árabe
Leste Europeu
Bárbara Canepa e Alessandro Barbucci (Itália)
David Rubim, Lorenzo Gómez e Ángel de La Calle (Espanha)

Nouvelle Manga na Amadora
BD Voyeur
Made in Portugal: Ana Freitas, Miguel Montenegro e Zeu (Eliseu Gouveia)
Sérgio Salma (Alemanha)
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"Post" em construção (Parte 1 de 5)
As restantes partes irão sendo afixadas em datas posteriores. Esta divisão em cinco "posts" tem a finalidade de não sobrecarregar demasiadamente o texto (nem afugentar os visitantes).
Nota "a posteriori" - As partes "2 de 5", "3 de 5", "4 de 5" já foram afixadas.
Ver "post" de Out. 15 (que indica a data seguinte e assim sucessivamente)

4 comentários:

João dias disse...

A minha curiosidade está desde já aguçada pela presença de autores como Frank Giroud, Jean-Claude Denis e ètienne Davodeau e também pela exposição dedicada à banda desenhada de certas partes do mundo de onde nos chegam muito poucos ecos!
Vou tentar estar lá num dos fins de semana e pode ser até que nos cruzemos por lá!

Luís Graça disse...

Como os melões, vamos abrir primeiro este festival de BD. Muitas interrogações e expectativas. Pelo que me toca, estou particularmente curioso com a presença dos consagrados argentinos.

Geraldes Lino disse...

Sim, os festivais portugueses de BD têm vários aspectos positivos, um deles é possibilitar o encontro dos bedéfilos de todo o país, outro é de contactar com vários autores portugueses (estas duas qualidades também se podem encontrar na Tertúlia BD de Lisboa, passe a publicidade:-)

Geraldes Lino disse...

Todos os anos "abrimos o melão bedéfilo amadorense" (usando a tua metáfora). Desta vez, o "melão", isto é, o espaço onde vai decorrer o festival BD tem melhor aspecto, mas só depois de "abrirmos o melão" é que poderemos dizer se de facto a "colheita do meloal" é melhor ou pior...
Como era na saudosa Fábrica da Cultura (de que agora todos dizem bem, mas na altura muitos só se preocupavam com os defeitos, bem à portuga") é que não é fácil.